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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dicas para a babá se dar bem com a criança!

Achei muito interessante este texto, e me identifiquei. Como estou voltando aos poucos a minha profissão de massoterapeuta (Doula sempre), consegui que uma amiga de minha mãe (agora minha também) começasse a ficar de olho nos bebês, por 1 hora um pouco mais, junto com a minha mãe. Meus filhos adoraram a Cleusa desde sempre, e ela sempre se mostrou atenta aos meus pedidos.Leiam a matéria, tem dicas para mãe e para a babá!


Especialistas ensinam como manter uma convivência harmoniosa quando a mãe contrata uma profissional para cuidar do seu filho

Lia Lehr
Comstock Images / Thinkstock / Gettyimages
Comstock Images / Thinkstock / Gettyimages
Quando os pais resolvem contratar uma babá para cuidar do bebê, ficam cheios de dúvidas e inseguranças. “Como escolher uma boa profissional?”, “será que ela vai saber cuidar do meu bebê?”, são algumas das perguntas mais comuns.
Por outro lado, também não deve ser nada fácil para a babá chegar em uma casa e ter que se acostumar com uma nova rotina com aquela criança. Sem falar que a criança ainda pode estranhar a babá e em alguns casos, até rejeitá-la. Para que esta adaptação seja tranqüila para os três lados envolvidos, conversamos com a terapeuta ocupacional Luciana Zerbinato e a fonoaudióloga Marília Gabriela Paiva de Moraes, da Pro-Babá. Confira as dicas das especialistas para tornar a convivência harmoniosa e feliz. “Acreditamos que com essas dicas a aproximação entre babá e criança aconteça de maneira mais fluente, sem muitos tropeços. Apesar que tropeços quase sempre acontecem. Mesmo assim, é preciso  ter calma e clareza da situação para melhorar cada vez mais essa relação”, dizem as especialistas.
Como a mamãe deve proceder
Antecipe: se possível explique antecipadamente e várias vezes para seu filho que chegará uma amiga nova para ajudar a cuidar dela. Fale o nome dessa nova parceira e relate as características positivas dela. 
Fique junto nos primeiros dias. Se você não pode, deixe uma pessoa de confiança encarregada disso (vovó, amiga). A babá e a criança ficam mais seguras tendo um tempo para se conhecer.
Aproxime seu filho da babá, faça brincadeiras onde a babá participe. Permita que ela entre na brincadeira (muitas vezes pensamos que estamos facilitando essa relação, mas não estamos dando espaço de verdade para que nossos filhos gostem de outra mulher).
Passe toda a rotina da criança para a babá, horários e rotina de sono, brincadeiras que ela gosta, comidas que ela mais gosta e que não gosta, onde come, de que forma, músicas que já conhece, quanto tempo é permitido ficar em frente à TV, suas birras, seu comportamento.
Como a babá deve agir
Observe a criança brincar e depois entre na brincadeira. Deixe que ela lidere e inclua você aos poucos.
Não imponha o seu jeito de brincar, evite ensinar a criança a brincar. Isso não quer dizer que você não possa dar exemplos, mas cabe a ela decidir se vai segui-los ou não.
Cumpra o que está dizendo. Quando disser “Espere um pouco” ou “Falta só um pouquinho, lembre-se do que você falou e se for preciso, mostre no relógio onde o ponteiro precisa chegar para acontecer o que a criança pediu. Isso facilita a noção de tempo para os pequenos. Para os maiores, vale dizer tudo o que ainda vai acontecer antes daquilo que a criança quer: “Ainda precisamos passar no mercado, depois na farmácia e só então iremospara casa”. Com isso você passará confiança.
Explique o por que das coisas: por que mastigar direito, por que não comer doce antes do almoço, por que não colocar o dedo no nariz, por que não pode ver TV até tarde. Quando a criança entende os motivos e que não está simplesmente sendo proibida de algo muito interessante, ela se acalma e cede com mais facilidade.
Inclua a criança na preparação do lanche, mesmo que seja só pegar o pão e dar a você, ou buscar a mamadeira no armário.
Dia chuvoso não é sinônimo de dia chato e sem ter o que fazer! Uma caixa de papelão pode ser o melhor brinquedo! Transforma-se em chapéu, casa dos bonecos, garagem do carro, prédio...
Sempre observe a criança! Preste atenção aos sinais, ela dará dicas do que está acontecendo, do que quer fazer.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Os erros mais comuns da amamentação e como evitá-los


Mais uma matéria para auxiliá-las na amamentação! Espero que aproveitem e confiem em vocês mesmas!! LEITE FRACO NÃO EXISTE!!

Especialistas apontam os 15 principais equívocos das mães na hora do aleitamento e sugerem maneiras de solucioná-los

Bom tanto para a mãe como para o bebê, o aleitamento reduz o risco de câncer de ovário e de mama e de osteoporose. Já a criança ganha reforços no desenvolvimento e fica mais protegida contra diabetes, infecções respiratórias e alergias, entre outros problemas. Mas muitas mães desistem de amamentar por conta de dores nos mamilos, insegurança ou falta de orientação adequada. Conversamos com especialistas para mostrar quais são os principais erros na hora do aleitamento – e como solucioná-los.
1. Falta de confiança em si própria
A tranquilidade da mãe na hora de amamentar já é um grande passo em direção a um momento prazeroso para ambas as partes. Se a mulher fica nervosa com as dificuldades comuns ao início, o processo de amamentação pode ser mais trabalhoso. Com tranquilidade, conforto e confiança, aos poucos mãe e filho vão aprendendo e se entrosando, sem motivos para desespero. “O leite é produzido no peito e na cabeça. A nutriz precisa confiar nela mesma. Toda mulher produz leite, até aquela que adota e não ficou grávida, diz o pediatra Marcus Renato de Carvalho, especialista em amamentação pelo International Board Lactation Consultant Examiners, professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFRJ e editor do site Aleitamento.

2. Dar de mamar com o bebê sonolento
O processo de amamentação flui melhor quando o bebê está desperto, porque ele consegue abrir a boca para fazer a pega correta (abocanhar o mamilo e a maior parte da aréola). Quando está sonolento, geralmente atinge só a pontinha do mamilo. Resultado: não mama direito e em pouco tempo precisará se “abastecer” de novo. “Para deixar o bebê mais desperto, a mãe pode manter o ambiente mais iluminado e deixar o bebê com menos roupa, para que se aconchegue e equilibre a temperatura no colo da mãe”, aconselha a enfermeira Bárbara Pauletti, do Centro de Amamentação da Maternidade Pró-Matre (SP).
3. Não prestar atenção ao bebê durante a amamentação
Como o tempo é curto, muitas mães aproveitam a hora da mamada para realizar outras tarefas: dormir, assistir à televisão e até resolver pendências por telefone. Mas é muito importante aproveitar o período do aleitamento para conversar com o bebê e fortalecer o vínculo entre mãe e filho. Vale conversar, cantar, contar histórias. Qualquer coisa para ajudar a mantê-lo acordadinho e manter um bom ritmo de sucção.
4. Prender-se ao tempo de mamada
O bebê não é um reloginho. Ele funciona na hora que quer. Portanto, nada de se prender em conselhos de amigas e avós sobre a duração de cada mamada. “Não é de três em três horas ou de ‘tantos’ minutos em cada peito. Como o leite materno é de fácil digestão, alguns bebês mamam com muita frequência”, explica o pediatra Marcus Renato de Carvalho. Segundo ele, o importante mesmo é zelar pela livre demanda, ou seja, o bebê dita o ritmo: mama o tempo que quiser, no intervalo que necessitar. A mamada só termina quando ele solta espontaneamente o seio materno.
5. Amamentar com muita gente ao redor
Se a mãe se sente confortável em amamentar com outras pessoas ao redor, tudo bem. Mas se ficar incomodada ou preferir ter um momento mais íntimo com o bebê, especialmente no início, quando ambos estão se adaptando ao processo, não se acanhe em pedir licença e se “isolar” com a criança. O conforto e a tranquilidade da mãe são essenciais para uma boa amamentação.
6. Não se atentar para a pega correta do bebê
Muitas vezes, as fissuras nos seios acontecem por conta da pega incorreta do bebê no seio. “Quando pegam somente o mamilo, além de não extrair bem o leite, os bebês podem provocar rachaduras no peito da mãe”, explica Ana Paula Mikaro Hosoda, enfermeira do Ambulatório de Aleitamento Materno do Hospital Santa Catarina (SP). O certo é o bebê abocanhar toda a aréola, para ter uma melhor sucção e não ferir a mãe.
7. Deixar o bebê com a cabeça torta 
A mãe deve observar se a cabeça e o corpo do bebê estão alinhados e apoiados, sempre com a cabeça voltada para a mama. Se a cabeça ficar torta, haverá incômodo na deglutição. A posição mais comum é o abdômen da mãe em contato com o do bebê (“barriga com barriga”). O bumbum dele fica apoiado na mão da mãe e a cabeça, na dobra do braço dela.
8. Pressionar a cabeça do bebê contra o peito
O bebê se adapta naturalmente à pegada no seio da mãe. Faça somente um apoio e ele naturalmente se achega para abocanhar o seio. Para ficar mais confortável, coloque um travesseiro em cima das suas pernas, dando mais firmeza para apoiar o braço e deixar o bebê na posição correta de maneira mais natural.
9. Achar que o leite é "fraco" ou insuficiente
As mamas são preparadas para produzir o leite já no período de gestação. Após o nascimento, o próprio bebê estimula a produção por meio da sucção correta. Portanto, quanto mais o bebê mama, mais leite se produz. Nos primeiros meses de vida, tudo o que o bebê precisa está no leite materno. Não dê a ele chá, água, suco ou outro tipo de leite sem orientação médica.
10. Ficar alternando os seios a toda hora
É melhor esvaziar completamente o primeiro seio para só então passar para o segundo. Muitas vezes, o esvaziamento total da mama exige duas ou três mamadas no mesmo peito. Quando as mães alternam os dois seios em cada mamada, acabam por produzir excesso de leite. “Com a hiperprodução, o bebê pode ficar irritado e ganhar menos peso, pois não consegue chegar ao ‘leite do fim’. Este leite final tem uma alta carga de gordura, dá a sensação de saciedade e prazer e engorda”, explica a pediatra e neonatologista Ana Júlia Colameo, membro da IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar) e conselheira em amamentação da Organização Mundial da Saúde e Unicef.
11. Dar chupeta e mamadeira ao invés do peito
As chupetas ensinam o bebê a “mascar”. Durante a amamentação, ele pode machucar a mãe ou não conseguir retirar todo o leite que necessita, porque faz “confusão” ao abocanhar o mamilo. A mamadeira também o habitua a outra forma de se alimentar, causando a “confusão de bicos”. “Além disso, o leite artificial demora a ser digerido, diminuindo o número de mamadas e fazendo reduzir a produção de leite. Por isso é muito comum ver mulheres que, depois que introduziram mamadeira, perderam a amamentação porque o leite ‘secou’ ou o bebê não quis mais”, afirma a pediatra e neonatologista Ana Júlia Colameo.
12. Usar cremes e loções nos seios
Para manter o peito sadio, o melhor é fazer uma leve pressão para saída do leite e passar o próprio líquido ao redor da aréola. O uso de pomadas e cremes só deve ser feito com orientação médica. “Se a fissura for muito grande e dolorosa, suspende-se a amamentação na mama mais afetada por um período de 24 a 48 horas e coleta-se manualmente o leite até seu esgotamento, para evitar que o líquido empedre”, orienta Daniela Vieira de Lima, enfermeira obstetra do Hospital e Maternidade São Cristovão (SP).
13. Esquecer de se alimentar
Apesar de a alimentação não ter relações diretas com o aumento ou diminuição na produção de leite, é importante fazer um aporte extra de 500 calorias a mais por dia. Os alimentos mais indicados são peixes de água fria, como a sardinha, e gema de ovo. Evite leite de vaca e refrigerantes à base de cola.
14. Voltar ao cigarro
A nicotina presente no cigarro continua a fazer mal para o bebê mesmo após o parto, pois a substância passa para o leite materno, assim como o álcool e outras drogas. Com isso, pode haver alterações no sistema nervoso central do bebê, com prejuízos para o seu desenvolvimento.
15. Desistir na primeira dificuldade
Dificuldades na amamentação são muito comuns, especialmente nos primeiros dias. Procure ajuda sempre que sentir necessidade. Há diversos centros de apoio à amamentação em hospitais e clínicas médicas, nos quais profissionais de saúde informam e orientam as novas mães sobre o aleitamento. Muitas vezes, a dificuldade é causada apenas por um posicionamento incorreto ou pelo fato de o bebê estar sonolento, fatores que podem ser contornados facilmente, sem precisar desistir do processo.

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