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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Direito à informação na hora do parto! - por Cris de Melo (Doula)

Gente, ótimo texto da Cris! É bem isso mesmo, leiam, perguntem se informem, tirem as dúvidas, porque qualquer procedimento tem riscos!! Analu - Doula


Qualquer procedimento de intervenção de saúde oferece riscos, por isso é importante conhecê-los de antemão para tomar uma decisão consciente na hora “h”. 
Hoje assistindo o jornal, comecei a prestar atenção quando falaram sobre cirurgia plástica, silicone, problemas com a marca e que a partir de agora, os médicos são obrigados a informar as pacientes dos riscos da cirurgia para aumento das mamas….
Só agora???
Médico explicando um procedimento à paciente
Muitas mulheres optam pela cesárea, nunca de maneira totalmente consciente, muitas vezes induzidas pela família, médicos e amigos.
E nenhuma delas sabe dos riscos que a cirurgia traz naquele momento e nem a longo prazo, e elas tem todo o direito de saber. É engraçado que quem começar a reparar, quando faz a internação numa maternidade, você assina vários papéis, e um deles é a autorização para que o médico intervenha caso ache necessário. Isso inclui quem planeja ter um parto natural, aquele papel autoriza o médico a fazer uma cesárea caso ele ache necessário… você assina o papel, mas nele não diz os riscos da cirurgia.
Claro que quando a cesárea é bem indicada os benefícios superam os riscos, mas no Brasil rola muito mais eletiva do que com necessidade.
Outra coisa é durante o trabalho de parto, alguém fala em ocitocina e a parturiente pergunta: ” Mas tem riscos?” Óbvio que tem, não vem falar que é super seguro que todo mundo usa todo dia- em- quase -todo -mundo, que não tem riscos. É lei da física que toda AÇÃO gera uma reação, então toda intervenção pode sim gerar uma reação negativa naquele parto.
Quem trabalha com parto sabe que não é raro estar tudo bem, e aí entra a ocitocina sintética e o batimento do bebê cai, vai para cesárea.
A parturiente com dor, mas o maior problema mesmo é o medo, e alguém oferece analgesia… e novamente ela pergunta se tem risco…. Dizer que NÃO tem risco, que não tem nenhuma chance do bebê ser afetado, é no mínimo errado.
Tem risco sim! Você pode perder a sensibilidade que atrapalha na hora de empurrar, pode causar efeitos colaterais como cefaleia, coceira no corpo, bradicardia fetal, e acabar numa cesárea!
Até mesmo romper a bolsa artificialmente pode trazer consequências ruins, então, se você é profissional da saúde que realiza partos, não minta para seu cliente. Diga que existe risco, a porcentagem, quais os riscos, deixe que essa pessoa escolha o que é melhor para ela, de maneira consciente.
E mulheres: Sejam as que vão fazer plástica ou que vão parir, pesquisem sobre os procedimentos antes. Se você planeja um parto natural, leia sobre o risco de intervenções, para que na hora H você não tenha dúvidas, e/ou não receba uma informação meia-boca.
Por Cristina de Melo
Originalmente publicado no site Guia do Bebê.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cinco frases que os pais nunca devem falar para seus filhos

Achei  muito interessante este texto que compartilho com vocês agora... depois me digam a 


opinião de vocês!

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Foto: Nathan Jones

Nesta segunda-feira, 16 de maio, a Organização das Nações Unidas (ONU) comemorou o aniversário de um ano da Convenção dos Direitos da Criança. Na quarta-feira (18) foi a vez de o Brasil celebrar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Em comum, as iniciativas buscam medidas para evitar o envolvimento de menores em conflitos armados, a venda de crianças, os abusos e a exploração sexual.
Apesar de serem mais conhecidos e combatidos de uma forma geral, esses tipos de agressão contra crianças e adolescentes não são os únicos. De acordo com a escritora de livros infantis e editora executiva do site 5 Minutes for Faith, Genny Heikka, outras formas de violência acontecem diariamente em muitas casas, impactando para sempre as vidas de muitas crianças sem que os pais nem mesmo percebam o que estão fazendo.
Pensando nisso, ela fez uma lista com cinco frases que as crianças nunca deveriam escutar de seus pais:
1. “Tenha vergonha!”
2. “Estou desapontado com você.”
3. “Qual é o seu problema?”
4. “Como você pode fazer uma coisa dessas?”
5. “Seu irmão (irmã) não faz isso, por que você faz?”
Segundo Genny, a violência verbal pode ser tão devastadora quanto a física e as palavras ditas por pais e mães estressados podem impactar mais do que as frases de carinhos. “Todos nós temos esses momentos em perdemos nossa paciência e dizemos algo para nossos filhos que logo depois nos arrependemos”, lembra a autora, que é mãe de dois filhos. “Nenhuma mãe é perfeita, mas as palavras erradas podem deixar cicatrizes profundas em nossos filhos”, alerta.
Genny também dá algumas dicas de como agir na hora da raiva ou frustração:
  • Não envergonhe seus filhos. Ao fazer isso você diz que há algo de errado com eles, e não com a atitude deles;
     
  • Em vez de gritar, tende abaixar o tom de sua voz. Geralmente isso faz mais efeito. Mantenha o contato visual enquanto fala de maneira clara e pausada. Isso não apenas lhe dá a certeza de que eles estão ouvindo, como também dá um exemplo de auto-controle;
     
  • Tenha a certeza de que seus filhos saibam quais são suas expectativas. Converse com eles sobre como eles devem ouvir o que você fala desde a primeira vez (se eles souberem que terão muitas chances de errar antes de receberem algum tipo de punição, eles irão usar todas elas);
     
  • Não peça a seus filhos para que façam algo (nem grite com eles se não fizerem). Diga: “Eu preciso que você limpe seu prato”, em vez de: “Você poderia limpar seu prato?”. Você se surpreenderá com a reação deles.
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