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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Vídeo: da Maternidade EU ESPERO...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Visitas na maternidade: o jeito certo de se comportar



O nascimento exige protocolos que vão além das lembrancinhas e presentes. Bom senso e respeito são as palavras de ordem. Se você está prestes a ganhar um bebê, que tal enviar esta reportagem, “despretensiosamente”, aos seus familiares?
Seja breve! Essa é a recomendação mais básica para os visitantes. Vale lembrar que o bom senso prega não visitar nenhuma família de recém- nascido se estiver com febre, resfriado, doença respiratória ou contagiosa. E, acrescenta-se nesta listinha: não levar crianças menores agitadas, daquelas que correm e gritam pelos corredores da maternidade.

Bem, essas dicas soam óbvias demais, mas especialistas garantem que elas ainda são muito valiosas. Sim, há muitas pessoas que não se preocupam com o tempo de permanência e, na ânsia por conhecer o bebê, esquecem-se dos malefícios daquele resfriadinho, tão comum nos dias de hoje.

Num país como Brasil, onde tudo acaba em festa, o nascimento muitas vezes entra na tradição cultural para tudo começar, também, em uma grande festa. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de pensar em quem convidar, logo no pós-parto. Ser breve, por exemplo, pode ser impensável para amigos muito calorosos, alegres e acostumados aos velhos cafezinhos do interior, onde os filhos nasciam em casa.

A pediatra Clery Bernardi Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana, esclarece que ser breve significa ficar no máximo 15 minutos dentro da maternidade. E, detalhe, caso haja alguma intervenção da equipe médica, a orientação é se retirar do quarto. “Esse período é de recuperação do parto. Os informes médicos são importantes e a presença de uma visita pode dispersar a atenção da mãe. É preferível a pessoa se ausentar do e, na saída do profissional, despedir-se da família”, recomenda Dra. Clery.

Preparando as visitas
É válido dedicar um tempinho para descobrir como a nova família deseja ser recebida. E, para os novos papais, mesmo que desejem festejar, vale pensar na seleção e quantidade dos convidados. Lembre-se: a maternidade é um lugar para a recuperação. Portanto, para poucos e com bom senso.

Pessoas com as quais a mãe tem mais intimidade e liberdade para dizer, por exemplo, que tem sono e precisa dormir são sempre bem-vindas à maternidade. Já colegas de trabalho e parentes mais distantes podem conhecer o bebê pela internet e visitar a família somente após o primeiro mês de rotina em casa, aconselha a doula Ana Paula Garbulho, que atende vários casais grávidos no curso de Cuidados com Bebê e Pós-parto, que ela ministra na cidade de São Paulo.

Ela conta que não conheceu nenhum casal que tivesse o desejo de receber todo mundo na maternidade. O desafio é sempre inverso: como comunicar à família, amigos e colegas que a mãe e o bebê precisam de repouso?

“Eu sempre jogo essa responsabilidade nas costas do pai, que geralmente entende seu papel de proteger a nova família dos parentes, amigos e colegas mais distantes ou inconvenientes”, responde Ana Paula. Já para aqueles mais incompreensivos, a doula indica usar a recomendação médica como justificativa para evitar a visita. “Ninguém vai ficar com raiva do médico”, brinca. Outra sugestão é enviar um email aos colegas de trabalho, amigos e parentes com a foto do bebê e um recadinho de que a família estará com as portas abertas para receber a todos, depois do primeiro mês de vida em casa.

Palpites e Amamentação
Prepare-se! As opiniões indesejadas virão de todos os lados. Mas, elas podem e precisam ser filtradas “Digo sempre que palpites não são pedidos, mas oferecidos de graça. É importante a mãe fazer uma seleção daquilo que lhe faz bem e descartar aquilo que lhe é destrutivo”, ensina a doula.

A pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana diz que parentes mais próximos, como mãe e sogra, devem esclarecer suas dúvidas ou sugestões com a equipe médica, no interior do quarto, na frente da família, antes de recomendar suas vivências. Ana Paula ressalta que uma boa maneira de ajudar é respeitar o aprendizado da nova mãe.

“Cada um tem seu momento de criar o filho e o aprendizado deve ser natural. Cada mulher precisa descobrir pela própria experiência qual vai ser o jeito de amamentar, trocar, brincar e me comunicar”, observa Ana Paula.
A amamentação é um dos alvos prediletos das visitas palpiteiras. O que pode ser muito bom para mãe e o bebê, se elas souberem dar apoio. Lígia Moreiras Senas, doutoranda em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina, diz que palavras de incentivo, amorosas e muita paciência são atitudes que contribuem muito, na hora da amamentação. “É bom ressaltar, também, que uma mãe precisa de exemplos. Não vai ajudar em nada o palpite de uma pessoa que não amamentou seus filhos e se vangloria de que eles sobreviveram”, exemplifica Ligia.

10 Regrinhas básicas para visitas na maternidade
1-Não vá à maternidade se estiver resfriado, com febre, doenças respiratórias ou contagiosas. Não visite o bebê, enquanto não estiver são.

2- Pergunte ao casal quando e onde eles preferem receber sua visita.

3- Seja breve. Não ultrapasse 15 minutos na maternidade e visite a família em casa somente após primeiro mês de vida por, no máximo, meia hora.

4- Antes de comprar flores, verifique com pai se a mãe gosta de recebê-las ou se há alguma contraindicação médica na maternidade.

5- Não leve crianças muito agitadas, que correm e gritam pelos corredores.

6- Não dê palpites sobre o jeito certo de criar o recém-nascido. Suas palavras de incentivo devem contribuir para mãe descobrir um jeito próprio de criar o filho.

7- Visitas íntimas, como mãe e sogra, devem dar suas sugestões ou esclarecer dúvidas diante da equipe médica.

8-Lave as mãos ou passe álcool com gel na hora em que entrar no quarto da. Resista à tentação de pegar o bebê no colo.

9- Retire-se do quarto, caso haja uma intervenção da equipe médica.

10 – Tire foto somente com a permissão dos pais.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Como a maternidade tem o poder de cuidar de você também!

Texto retirado de um livro belíssimo, o qual encontrei num blog maravilhoso, que tem um conteúdo interessante e rico:  http://maternarconsciente.blogspot.com . Recomendo que visitem este blog! Segue o texto:

(do livro Criando filhos – para pais e mães de verdade, Steve e Shaaron Biddulph)

O normal é pensar que as crianças são as únicas a tirar proveito de toda essa trabalheira e que o ato de “dar” é como uma rua de mão única. A maternidade é, na verdade, uma rua de mão dupla de aprendizado e crescimento entre mães e filhos. Não é preciso passar horas a fio com uma criança para começar a sentir como se tivesse sido desmantelada e depois remontada; de fato, é exatamente isto que acontece. Aquelas fortes reações emocionais que, às vezes, você tem, aqueles sentimentos profundos e os momentos de confusão e tormento, tudo indica que você está mudando como pessoa e ajustando também sua história pessoal. Isso acontece de maneira bem espontânea. Enquanto seu filho passa pelos diversos estágios de crescimentos, também você vai reavaliar as necessidades e problemas que têm nesses estágios; é um procedimento natural, automático e acontece tanto para mães como para pais. Eis um exemplo: ao cuidar do bebê e atender às necessidades dele, também estará experimentando, por empatia, como é ser um bebê, como é ficar no colo e ser amado, agasalhado e alimentado, e ser consolado. As pessoas, em geral, sentem profunda satisfação interna quando dão amor a um bebê. Sem que se dêem conta, estão nutrindo a si mesmas ao mesmo tempo que aos filhos; se você não recebeu bastante cuidados quando era um bebê, é possível que sinta uma sensação de completude ao dar a seu filho os cuidados que gostaria de ter recebido.
O processo de revisitar a infância, enquanto acontece o seu desenvolvimento como mãe, pode evidentemente transformar-se em algo difícil e, nas horas em que se sentir triste e mesmo angustiada, é importante cuidar de si própria para ter condições de atender às necessidades do filho. A história a seguir é um exemplo típico do que acabei de falar.
Nos dias de hoje, muitas pessoas que não conheceram o próprio pai ou nunca tiveram intimidade com ele podem ter a felicidade de mudar esta atitude com os filhos; a maternidade pode ajudá-las a sarar as tristeza que lhes foram impostas por muitas gerações.

”Eu adorava meus dois filhos, mas achava difícil dar demonstração de carinho. Quando olhava outras mães abraçando e beijando os filhos bebês e mesmo os mais crescidinhos, sentia-me constrangida e tensa porque não conseguia agir assim com os meus. Um dia, quando voltava para casa depois de uma conversa com uma grande amiga, percebi que não conseguia me lembrar de ter sido abraçada e consolada por minha mãe; fiquei com os olhos cheios de lágrimas. Ao recordar a solidão da própria infância, comecei a sentir que estava ficando mais fácil aproximar-me de meus filhos e de meu marido. Nada aconteceu da noite para o dia e foi preciso coragem para ir quebrando as resistências até experimentar a terrível solidão pela qual havia passado. Aos poucos, fui me aproximando deles; nunca havia sentido tamanha felicidade. Como prêmio extra, as crianças estavam mais felizes, comportavam-se melhor e nosso casamento tomou o maior ímpeto.
 Margaret, 52”
 


A tendência de sentir o que o filho está experimentando, essa empatia pode funcionar como guia do que deverá fazer quando for preciso educar ou, até mesmo, impor disciplina. No meio de cacos de louça espalhados no chão da cozinha, quando encarar seu filho olho no olho, lembre-se da vergonha de ser pequeno e desajeitado e da humilhação de ser acusado por ser criança. Por conta dessa lembrança, talvez você seja mais bondosa e menos tendente a reagir além do razoável.
É possível que, quando criança, seus pais tenham perdido o controle e lhe dado surras violentas: e você se lembra exatamente do medo que sentiu. Consciente disso, tome a decisão inabalável de controlar-se quando estiver zangada; como conseqüência, as crianças vão se sentir seguras ao seu lado. Que resultado prazeiroso! E tudo porque conseguiu colocar-se na posição delas e lembrar-se do que aconteceu com você quando era criança.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Quais são os hábitos de uma mãe feliz?

Muito interessante esta matéria. São ótimas dicas para nos mantermos saudáveis, relaxadas e felizes! Leiam...

É sobre isso que se trata um livro recém-lançado nos Estados Unidos pela pediatra Meg Meeker. Na obra, ela relata como a pressão das mulheres que são mães atrapalha a sua felicidade e as dez maneiras de resgatá-la. 
Você é uma mãe feliz? Não, não estamos de forma alguma questionando o quanto você é plena por ter tido filhos, mas, se como mulher, está realmente feliz. É sobre essa busca da realização na vida que a americana Meg Meeker, pediatra há 25 anos e mãe de quatro filhos já adultos, recém-lançou, nos Estados Unidos, o livro The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity (Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando Nossa Paixão, Propósito e Sanidade, em tradução livre). Em entrevista exclusiva à CRESCER, ela conta que tem percebido que, nos últimos anos, as mães estão mais estressadas do que nunca e pensou no livro não como um guia de como ser uma mãe melhor e, sim, uma reflexão para as mulheres serem mais felizes. Mas o que é preciso, então, para encontrar o equilíbrio perfeito entre a maternidade e a vida pessoal? Abaixo, você confere trechos do nosso bate-papo com a escritora. 

CRESCER – Por que você decidiu escrever The Ten Habits of Happy Mothers? 
MEG MEEKER –
 Eu sou pediatra há 25 anos e tenho notado que, nos últimos dez anos, em especial, as mães estão mais estressadas do que nunca. Quase todas que eu vejo sentem que elas nunca fazem nada direito. Em resumo, sentem que não são boas o suficiente. Uma mãe me disse que eu deveria colocar no livro o título Mãe Não Boa o Suficiente. Nós sobrecarregamos nossos filhos, sobrecarregamos nós mesmas. Sentimos que, se eles tiverem sucesso, nós teremos sucesso. A verdade é que podemos ser excelentes mães independentemente do sucesso de nossos filhos. Cada vez mais as mães querem simplificar suas vidas, ter mais tempo para si, mas elas têm medo de cuidar delas mesmas. Meu livro dá a elas permissão para cuidar de sua felicidade. O velho ditado “Se a mãe não está feliz, ninguém está feliz” é pura verdade. Uma das melhores coisas que nós podemos fazer para nossas crianças é batalhar para nossa felicidade, porque nossa alegria transborda para a família. 

C – O que você acha que mais atrapalha a felicidade das mães hoje em dia? 
M.M. -
 A pressão dos colegas, creio eu, está no coração do estresse que as mães sentem. Quando nos encontramos com outras mães, nos avaliamos e tentamos descobrir o que elas estão fazendo melhor do que nós. Se os filhos de outras mães estão tirando melhores notas do que os nossos, sentimos que estamos falhando como mães. E isso não é verdade. 

C – Você tem quatro filhos. Você acredita que hoje é mais feliz e tranquila do que na época em que teve seu primeiro filho? O que mudou? 
M.M. –
 Claro que sim! Eu relaxei mais. E aprendi a confiar mais na minha intuição. As mães têm uma excelente intuição, mas a maioria tem medo de escutá-la porque temem que alguém as olhe de um jeito estranho ou que seus filhos vão se sentir diferentes. Conforme meus filhos cresceram, eu aprendi também que não temos que resolver todos os nossos problemas imediatamente. Eu aprendi que as coisas levam um tempo para serem resolvidas - e quando eu percebi isso, relaxei mais. 




  Reprodução livro Happy Mothers
No livro The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity (Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando Nossa Paixão, Propósito e Sanidade, em tradução livre), a pediatra Meg Meeker, mãe de quatro filhos já adultos, descreve o que acredita serem os pilares da felicidade materna. Inspire-se!
1 - Entender seu valor como mãe – Quantas vezes você já não colocou à prova o seu valor? Se é boa, ruim, fabulosa, se fica pouco com as crianças ou se é desvalorizada porque fica em casa... “Você não é um fracasso. Mas se sente assim. E estou confiante no que digo porque, como pediatra, meu trabalho é ver você e manter seus filhos saudáveis. E quando eu observo, eu vejo crianças que amam a sua mãe. Eu vejo como os seus filhos olham para você, seguram sua mão. E eu vejo você semelhante à forma como eles a veem – como uma mulher importante, amada e estimada”, diz Meg. 

2 - Conservar suas amizades-chave - Quantas vezes você conseguiu bater um papinho com sua melhor amiga depois que seu filho nasceu? “A verdade é que, quando alguma coisa precisa ser cortada das nossas demandas diárias, amigos são os primeiros que vão. Algumas vezes, parece que a amizade é dispensável, desnecessária. (...) Amigos são uma necessidade.” No fundo, você sabe bem que tê-los ao seu lado é parte da sua felicidade. Mantenha-os por perto!

3 - Valorizar e praticar a fé - “Nós temos de colocar nossa fé em alguém porque somos incapazes de controlar a vida. Não podemos proteger as pessoas que amamos por simples vontade. Nos sentimos impotentes, porque somos.” Para a autora, cuidar da nossa vida espiritual (que sempre fica perdida em meio às tarefas do dia a dia) nos torna mais saudáveis. E ela deve ser praticada também por meio do olhar ao próximo.

4 - Dizer não à competição - “Cada uma de nós, mães, competimos com outras mães de alguma forma. (...) E muitas de nós nunca vão admitir que fazem isso. Competir com outras mães nos trazem três coisas: acende o ciúme, nos mantém em um estado constante de inquietação com nós mesmas e transforma nossos relacionamentos.” Lembre-se: você é a melhor mãe que seu filho pode ter. Mesmo!

5- Criar uma relação saudável com o dinheiro - Você bem sabe que dinheiro não é sinônimo de felicidade. Apesar disso, é difícil fugir do impulso de querer comprar o que pode para o seu filho? “A parte complicada de ser mãe é que dar é bom e natural, mas nós esquecemos de dar o que realmente importa para os nossos filhos (o nosso tempo, atenção e afeto), e gastamos energia pagando coisas para eles. (...) Se acreditarmos que o dinheiro é parte da vida, mas não a força motriz que nos torna felizes ou infelizes, se nós tomarmos medidas ousadas, veremos que o contentamento verdadeiro nunca tem um preço."

6 - Arrumar tempo para a solidão - Um momento só seu. Você precisa disso, não é egoísmo. Então, se dê um tempo e... nada de culpa! “A verdade é: nós precisamos de solidão. Da mesma maneira que não podemos sobreviver sem amigos, comunidade e família, também precisamos de um tempo saudável de equilíbrio para nos recarregarmos fisicamente, mentalmente, emocionalmente e espiritualmente.

7 - Dar e receber amor de forma saudável - Como ficou o seu relacionamento com o seu companheiro após o nascimento do seu filho? E a sua tolerância com ele no dia a dia? “Se estamos constantemente criticando nosso companheiro ou nossos filhos, criamos barreiras para nós mesmas. Reclamações não levam a nenhum lugar bom. Ao contrário, joga a relação para baixo. (...) As mães podem ser muito mais felizes se aprenderem a ignorar falhas de caráter, atitudes mal-humoradas, birras e focar na bondade de quem amam. Isso não significa que somos cegas. Mas que estamos dispostas a ver as falhas e fragilidades dos nossos entes queridos, mas apreciá-los e amá-los de qualquer maneira.”

8 - Encontrar formas simples de viver – E aqui se fala, em especial, na simplicidade interior! Entender que você não precisa dar conta de tudo, nem se pressionar a acertar sempre. “Viver simples significa viver mais. Isso não quer dizer abrir mão de coisas em nossas vidas que queremos e nos tornarmos mulheres com foco singular. Significa estabelecer prioridades”, diz Meg. É dar o valor real a que cada coisa merece. 

9 - Deixar o medo de lado - É difícil, claro! Afinal, não queremos que nada de mal aconteça com nossos filhos. “Nós estamos nos preocupando mais do que no passado, e o mais importante, essa preocupação está nos esmagando. (...) Muitas neuroses são genuínas e baseadas em fatos, mas alguns de nossos medos não são bem fundados. Eu vejo muitas mães preocupadas com o sucesso de seus filhos quando eles já são bem-sucedidos. Elas se preocupam se eles estão magros, quando já estão. (...) A vida é muito curta. Temos muita vida para viver, apesar de todas as coisas ruins ao redor. Há muito mais coisas boas do que más e muito menos para se preocupar do que pensamos."

10 - Esperança é uma decisão. Decida! “A vida não pode ser sustentada sem esperança. A esperança demanda que acreditemos em duas coisas: no futuro – mesmo que ele seja breve – e na possibilidade de bons acontecimentos. Quando temos esperança, temos a convicção de que nossa vida vai ficar melhor do que é hoje. Melhoria, alegria, cura ou algo maior vão acontecer em breve”, diz Meg. E, quando temos filhos, é essa confiança em mundo melhor que devemos ter, não é mesmo?

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O papel que eu quero viver?

Meus caros leitores, deixo aqui mais um texto para refletirmos sobre nossa maternidade e paternidade. Leiam, assimilem, processem...Boa leitura!

Você pretende, mesmo que não seja hoje, passar pela experiência da maternidade ou paternidade? Parabéns. É uma experiência única e gratificante. Para obter o mesmo sucesso de sua carreira profissional, com essa experiência, deve preparar-se, questionando-se: - que papel quero viver? O mundo é um moto-contínuo, uma máquina de movimento perpétuo, um mecanismo que se alimente da energia que ele próprio produz; o ciclo perfeito, em que não há qualquer perda, qualquer gasto, que produz mudanças através do fluxo de expansão e retração. Não há nada parado no Universo, logo, o mesmo ocorre com o ser humano. No mundo, em constante movimento, ou você avança, ou fica para trás. Mesmo que seja seu desejo, não é possível ficar parado no mesmo lugar, fazendo a mesma coisa, da mesma maneira o tempo todo. Se você não avança, em sua rotina de vida, não estuda, não se estuda, não se aperfeiçoa, logo, não se conhece, não muda os métodos, nem os hábitos. Em verdade, se existe alguém, em algum lugar, que esteja aprendendo, se desenvolvendo e crescendo, essa pessoa é a referência e está lhe deixando para trás. Portanto, não há como escapar da mudança, quer se queira, quer não, ela se encontra dentro e fora de cada um. Partindo deste pressuposto e apesar dos esforços, só há dois papéis a serem exercidos na mudança: o de agente da mudança ou o de vítima. Qual você escolhe? Pense. Como agente você tem a responsabilidade de aprender a lidar com  o novo, de enfrentar os desafios e de elaborar soluções, de acordo com a exigência da mudança. No entanto, às vezes, é mais fácil acomodar-se no papel de vítima da mudança e enquanto vítima você se sente atropelado pelo ritmo dos fatos que ocorrem e parece que o mundo se volta contra você. Como se não bastasse, passa os resultados da sua vida para as mãos de outros e encontra culpados para tudo o que não está alcançando.   Ser vítima ou agente é questão de decisão. Quando se pensa em desafios vividos e superados, em passado recente, você se dá conta de que, naquele momento, o desafio parecia maior do que era. Hoje, o olhar retrospectivo o coloca em sua verdadeira dimensão com um objetivo bem definido: foi um estágio para alcançar um novo patamar de vida, onde se tornou mais forte, mais confiante e mais capaz. Esse é o único objetivo dos desafios, nos empurrar para uma situação de progresso. O desafio poderá ser passado com ira e nos adoecerá, ou resignadamente, fazendo a sua parte, e ele desaparecerá, uma vez que nada é eterno, a não ser o espírito que nos habita. Por isso, frente ao próximo desafio pergunte-se: - o que eu preciso aprender com isso? Na resposta a sua maior oportunidade de vida. No momento em que o ser humano perceber o desafio, não como um obstáculo em si, mas como uma mola mestra para a sua própria evolução, a motivação e a criatividade para lidar com a circunstância serão maiores.  É a percepção que define a qualidade de determinado evento em nossas vidas e o que percebemos é aquele que passamos a vivenciar. Os papéis que temos a viver em nossa trajetória terrestre são fruto de nossas escolhas. Nossa vida é a materialização do estado de consciência em que nos encontramos; é o resultado do nível de percepção e da qualidade das escolhas que fazemos. Construir um resultado positivo da experiência da maternidade ou paternidade depende de como vemos o que escolhemos. Mudar de mundo é mudar de olhar. Pense nos dois papéis básicos do cenário da mudança e observe qual deles você mais escolhe viver: a vítima ou o agente de mudança? Essa avaliação tem o potencial de transformar seus resultados. Pense em progresso, amplie o seu papel de filha ou filho, assumindo--se enquanto protetor ou protetora, no papel de pai ou mãe, que luta pela vida de seu rebento que está sob sua guarda. Venha preparar-se para assumir a mudança de papel com segurança e determinação. Venha ser um agente de mudança, consciente de seu papel atual e dos papéis que o esperam no futuro, para a construção de uma família compensatória, onde todos crescem e se burilam na convivência diária. É na oficina das consciências: o lar, o lugar onde todos têm a oportunidade de trabalhar suas frustrações e de desenvolver seus talentos com equilíbrio, para desempenhar seu papel no cumprimento de suas tarefas, neste momento delicado, em que a sociedade, enquanto humanidade, passa pela transição geofísica e psicoemocional, com o amparo, cada vez maior da espiritualidade, que atende às necessidades terrestres.

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