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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cinco frases que os pais nunca devem falar para seus filhos

Achei  muito interessante este texto que compartilho com vocês agora... depois me digam a 


opinião de vocês!

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Foto: Nathan Jones

Nesta segunda-feira, 16 de maio, a Organização das Nações Unidas (ONU) comemorou o aniversário de um ano da Convenção dos Direitos da Criança. Na quarta-feira (18) foi a vez de o Brasil celebrar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Em comum, as iniciativas buscam medidas para evitar o envolvimento de menores em conflitos armados, a venda de crianças, os abusos e a exploração sexual.
Apesar de serem mais conhecidos e combatidos de uma forma geral, esses tipos de agressão contra crianças e adolescentes não são os únicos. De acordo com a escritora de livros infantis e editora executiva do site 5 Minutes for Faith, Genny Heikka, outras formas de violência acontecem diariamente em muitas casas, impactando para sempre as vidas de muitas crianças sem que os pais nem mesmo percebam o que estão fazendo.
Pensando nisso, ela fez uma lista com cinco frases que as crianças nunca deveriam escutar de seus pais:
1. “Tenha vergonha!”
2. “Estou desapontado com você.”
3. “Qual é o seu problema?”
4. “Como você pode fazer uma coisa dessas?”
5. “Seu irmão (irmã) não faz isso, por que você faz?”
Segundo Genny, a violência verbal pode ser tão devastadora quanto a física e as palavras ditas por pais e mães estressados podem impactar mais do que as frases de carinhos. “Todos nós temos esses momentos em perdemos nossa paciência e dizemos algo para nossos filhos que logo depois nos arrependemos”, lembra a autora, que é mãe de dois filhos. “Nenhuma mãe é perfeita, mas as palavras erradas podem deixar cicatrizes profundas em nossos filhos”, alerta.
Genny também dá algumas dicas de como agir na hora da raiva ou frustração:
  • Não envergonhe seus filhos. Ao fazer isso você diz que há algo de errado com eles, e não com a atitude deles;
     
  • Em vez de gritar, tende abaixar o tom de sua voz. Geralmente isso faz mais efeito. Mantenha o contato visual enquanto fala de maneira clara e pausada. Isso não apenas lhe dá a certeza de que eles estão ouvindo, como também dá um exemplo de auto-controle;
     
  • Tenha a certeza de que seus filhos saibam quais são suas expectativas. Converse com eles sobre como eles devem ouvir o que você fala desde a primeira vez (se eles souberem que terão muitas chances de errar antes de receberem algum tipo de punição, eles irão usar todas elas);
     
  • Não peça a seus filhos para que façam algo (nem grite com eles se não fizerem). Diga: “Eu preciso que você limpe seu prato”, em vez de: “Você poderia limpar seu prato?”. Você se surpreenderá com a reação deles.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Distocia Emocional


Muito interessante o texto!!  Isso mostra o quanto temos que preparar uma gestante, ajudá-la a superar medos e emoções, que vão complicar a hora do parir e do nascer. E também, que nós temos que nos preparar também! Encontrei o texto no blog da minha amiga/doula Aline Amorim, mas foi traduzido e apresentado pela minha outra amiga/doula Renata Olah. Leiam...

google imagem

O assunto de hoje não é muito falado, mas quando presente no trabalho de parto de uma mulher pode atrasar e bloquear todo processo, impossibilitando a mulher de parir. Esse bloqueio é causado pela DISTÓCIA EMOCIONAL!

Só encontrei textos em espanhol sobre o tema, então pedi para minha querida doula-doulanda Mirian Kedma para traduzir os textos para vocês!!! Então aí vai nossa contribuição:

Denomina-se distocia o parto trabalhoso ou difícil. Considera-se distocia emocional o stress materno, o medo, cansaço e dor excessiva durante o parto.

Há uma série de fatores que podem predispor a gestante à distocia emocional:
  • Partos anteriores difíceis;
  • Experiências traumáticas prévias ou atuais (por exemplo, abusos físicos ou sexuais);
  • Múltiplas hospitalizações anteriores;
  • Desestruturação familiar;
  • Consumo de substâncias psicoativas;
  • Fatores culturais: vergonha extrema produzida pela nudez, ou pela presença de um homem ou por outros comportamentos contrários às expectativas culturais da mulher;
  • Barreiras idiomáticas ou impossibilidade para entender que está acontecendo ao seu redor;
  • Morte da mãe da mulher (principalmente, se ocorreu durante a infância);
  • Crenças pessoais sobre o parto: lesões durante o nascimento de alguém próximo, história traumática em relacionamento com o próprio nascimento, etc.

A ansiedade da mulher traduz-se em um aumento dos hormônios do estresse, que influeciam diretamente as contrações uterinas, diminuindo-as e aumentando os hormônios que produzirão estresse fetal. Desta maneira o fornecimento de oxigênio através da placenta é reduzido, e cresce o risco de desaceleração cardíaca fetal. Tudo isto, contribui para intensificar o estresse materno, o desânimo e a necessidade de apoio. Esta série de acontecimentos implica uma fase prodrômica longa, lenta e dolorosa.




Por outro lado, o aumento fisiológico dos hormônios do estresse (catecolaminas), quando a mulher se encontra perto do final do parto, provoca o reflexo de expulsão fetal, que acelera o nascimento. Nestes momentos, a mulher pode sentir, por alguns instantes, pânico, angústia ou euforia, emoções que são a resposta normal ao aumento das catecolaminas e à proximidade do nascimento.

Para evitar o estresse materno, a mulher deve ser encorajada a:
  • Explorar, durante a gravidez, os possíveis medos, emoções e sentimentos em relacionamento com o nascimento;
  • Aprender técnicas de relaxamento;
  • Conhecer, durante a gravidez, a equipe e o local onde vai ocorrer o nascimento;
  • Elaborar um plano de parto e ter a oportunidade de discutí-lo com a pessoa ou a equipe que a acompanhará durante o processo;
  • Expressar as suas emoções durante o parto.

Fonte original: Infermeira Virtual

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