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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Leite de vaca é para o ser humano?



Resolvi escrever este texto depois da minha experiência, diga se de passagem, péssima, com o leite de vaca (pro bezerro) e seus derivados. Desde que me conheço por gente sofria de desconfortos abdominais e na fase adulta de dores de cabeça, sinusite e rinite, e hoje percebo também que minha anemia crônica, na qual não adiantava sulfato ferroso e todos os tratamentos possíveis para ajudar, eram causadas pelo leite que é do bezerro. Não quero ouvir a história que sou mulher e sangro por 4-5 dias, me poupem (tirando, claro, as que realmente tem problemas menstruais, ok?!). E não estou falando do que "acho" estou falando de evidências!!
Além do fato de que todos os seres humanos não possuem a enzima para digerir o leite, o cálcio presente no leite não é todo absorvido, aliás, boa parte do cálcio não é absorvida. O que significa que sobrecarrega os órgãos e o cálcio não absorvido fica no corpo causando problemas articulares, intestinais, circulatório e cardíacos. Mas é bom para osteoporose né? Muito pelo contrário!
Ah, depois que eu descobri que sofria com o leite de vaca, adivinhem?!! Sim, não estou mais anêmica!! Coincidência? Claro que NÃO!
Sei que muitas culturas gostam do leite, acham sagrado, energia e tals...tranquilo, mas estou mostrando o que estudos evidenciam, certo?!

Vou deixar mais um texto e 2 videos bem interessantes!
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Pesquisadora afirma que leite de vaca faz mal à saúde



A autora do livro “Galactolatria: mau deleite” defende que a partir do momento de erupção da primeira dentição o ser humano para de produzir a enzima digestiva do leite e essa seria a razão de tantos problemas de saúde relacionadas ao alimento.
Em entrevista feita pela apresentadora Beth Begonha do programa Amazônia Brasileira, da Rádio Nacional da Amazônia, nesta quinta-feira (10), a escritora vegana Sônia Felipe - que é formada em Filosofia e tem pós-doutorado em Bioética – afirmou que o leite materno é o único que tem os níveis de proteína, cálcio e outros elementos essenciais à saúde na proporção correta.
Confira a entrevista completa aqui:


De acordo com ela, as pesquisas sobre os males causados pelo leite são recentes. Por isso, esse não é um tema recorrente na mídia.O leite de vaca, segundo ela, não é bem digerido pelo organismo humano por questões biológicas. “A maior parte dos seres humanos não tem mais a  produção da enzima que permite digerir o açúcar do leite, que é a lactose. Em função disso, as pessoas sofrem uma série de disfunções digestivas e outros males que hoje os estudiosos apontam como de origem galactogênica”, afirmou.


Professora Sônia Felipe critica consumo de leite de vaca (Divulgação)
A pesquisadora também critica a qualidade do leite que é vendido no país. De acordo com ela, o produto comercializado em caixas é industrializado e processado para mascarar contaminações causadas por sangue e pus de animais com inflamações nos mamilos e nos cascos. Segundo ela, as vacas se tornaram “máquinas” de fabricar leite, com um alto nível de sofrimento físico e psicológico: vivem confinadas, alimentando-se de grandes quantidades de grãos (que não estão preparadas para digerir) e até de outros alimentos (como restos triturados de carnes de outras vacas), produzindo leite até a estafa completa.
A estudiosa orienta as mães a oferecer outros tipos de leite de origem vegetal às crianças. “Você pode fazer leite de arroz para o seu filho”. Além disso, ela orienta, a não ser em casos de alergias, oferecer leite feito de nozes, semente de girassol, semente de abóbora, amêndoa, castanha do pará
e até de amendoim.


FONTE
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Espero que tenham gostando deste assunto polêmico, e que cada um com consciência tome suas decisões!
E Salve a Industria do leite! Tipo: MacDonalds é impróprio para consumo humano, mas faz campanha para ajudar as crianças com câncer...aiai.

E comentem gente!! Por favor!

quinta-feira, 29 de março de 2012

BEBÊS: INTRODUÇÃO de NOVOS ALIMENTOS são INADEQUADOS

Por: Cláudia Collucci e Marcio Pinho da Reportagem local - Folha de SP 15/09/2007
 


Mães alimentam errado bebês,diz pesquisa

Segundo o estudo, 54,6% de 35.173 crianças entre seis meses e um ano tinham alimentação complementar inadequada 77% das mães disseram trocar leite materno por outros tipos de leite;

OMS sugere que o leite materno seja dado até os 2 anos ou mais.
 
Cláudia Collucci e Marcio Pinho da Reportagem local

Mais da metade das crianças do Estado de São Paulo com idade inferior a um ano estão sendo alimentadas de forma incorreta, o que aumenta o risco de anemia e obesidade na primeira infância, revela um levantamento da Secretaria Estadual da Saúde.

A pesquisa avaliou 35.173 crianças entre seis meses e um ano entre os anos de 2003 e 2005, durante as campanhas de vacinação. Desse total, 19.205 (54,6%) apresentaram alimentação complementar inadequada após os seis meses de vida.
Segundo o estudo, 77% das mães entrevistadas disseram ter substituído o leite materno por outros tipos de leite. Tanto o Ministério da Saúde como a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomendam que o leite materno seja dado até os dois anos de idade, junto com outros alimentos.
Porém, muitos pediatras costumam "dispensar" a amamentação a partir dos seis meses, conforme a Folha apurou. A justificativa é que a orientação da amamentação até os dois anos tem como alvo a população menos favorecida, mais sujeita à desnutrição, e não precisa ser seguida à risca por mães que possam oferecer aos filhos uma alimentação saudável.
Outro dado surpreendeu os pesquisadores: 63% das crianças estão sendo alimentadas com mingaus de leite, cereais ou farinhas, considerados muito calóricos, o que aumenta as chances de obesidade infantil. Muitas vezes, os mingaus substituem as papinhas salgadas com legumes, carnes e feijão, que são mais nutritivas.
"As pessoas pensam que criança gordinha é sinônimo de criança saudável. A mídia estimula isso. No entanto, o bebê gordinho pode caminhar para a obesidade", alerta a pediatra Graciete Viera, presidente do departamento de amamentação da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).
Segundo Sônia Regina Saldiva, coordenadora da área de alimentação e nutrição da Secretaria Estadual da Saúde, a partir dos seis meses, em vez de complementar a alimentação da criança com cereais, arroz, feijão, legumes, verduras e carnes, muitas mães continuam dando ao bebê outros tipos de leite, com a adição da farinha.
"Nesta fase, a criança precisa continuar com o leite materno, e também receber alimentos que dão energia, ferro, através do feijão e da carne. Mas as mães ficam perdidas, achando que a criança não tem maturidade para comidas mais pastosas. Então, ela prioriza uma alimentação baseada em leite ou líquida demais."
Saldiva explica que, na faixa etária pesquisada, a prevalência de anemia nas crianças é, em média, de 50%. O dado foi encontrado em outras pesquisas feitas no Estado.
Para ela, o problema é mais de falta de informação do que recursos financeiros, já que a papinha salgada pode ser feita com os mesmos alimentos consumidos em casa.
Segundo o pediatra Cid Pinheiro, coordenador do serviço de pediatria do hospital São Luiz e professor da Santa Casa, as mães são orientadas a amamentar o filho no peito "o maior tempo possível".
"Além do vínculo emocional, explicamos que o leite materno tem substâncias que conferem imunidade ao organismo do bebê." Ele diz, porém, que muitas mães argumentam que conciliar amamentação com trabalho fora é impraticável.
É o caso de Ellen Belasco de Souza, 29. Após os quatro meses de licença-maternidade, ela precisou voltar ao trabalho no salão de beleza e deixar a filha Vitória aos cuidados da mãe.

O fato de só poder amamentar o bebê de manhã e à noite, contribuiu para que seu leite "secasse" já no quinto mês de aleitamento. "Quando fui mãe a primeira vez, há nove anos, não trabalhava e amamentei minha filha por oito meses."

Retirado daqui

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sua Majestade: O leite de Vaca!

Interessantíssimo texto de Laura Gutman! Leiam!






O leite é uma secreção glandular presentes em todos os mamíferos. Na natureza existem cerca de 5000 espécies, e os seres humanos são apenas uma delas. O leite é utilizado para alimentar o bebê até que seja capaz de se alimentar de forma independente. Nenhuma outra espécie continua com o consumo de leite após as mamadas.

À medida que crescem, os mamíferos perder as enzimas que digerem o leite, simplesmente porque não vai precisar mais. Mas os seres humanos ignoram essa lei natural.

Considere que cada leite é específico , ou seja, que é especialmente formulado para cada espécie e varia consideravelmente de um para outro. Tanto o leite de vaca, como baleias, ovelha, de elefante, a morsa ou o cão é diferente, e diferem, obviamente, do humano. Leite de vaca é usado para alimentar bezerros, um animal grande, com quatro estômagos, que pesam 300 quilos.

O leite humano por sua vez favorece o desenvolvimento da inteligência.
É importante saber que a "fórmula" como o chamamos, hoje, é o leite de vaca modificado para se adequar às necessidades do bebê humano. Mas é uma invenção química, como muitas mães acreditam.

Qual é o efeito nocivo mais fácil de detectar no corpo humano? O muco . O principal culpado é a caseína, uma proteína abundante no leite de vaca.

O muco é reação saudável do corpo de uma proteína que não pode incorporar.

Portanto, como nós incorporamos o leite ou produtos lácteos, nosso corpo secreta muco. Os resultados: resfriado comum,dor de garganta, rinite, sinusite, bronquite, otite, pneumonia e infecções respiratórias em todas as crianças que vivem na infância.

Apesar desta realidade esmagadora, os adultos não parecem acreditar que o leite, leite abençoado e maravilhoso, está voltando-se contra nós. Preferimos ficar com nossas crenças, em vez de acatar a sabedoria inata do corpo de nossos filhos.

Todas as nossas crianças estão cheias de muco e não estão dispostos a relacioná-la com a ingestão de leite! 

Parece que o medo da mudança é mais forte do que o acesso à verdade.

Laura Gutman

Por Simone de Carvalho- AMS


E então gente o que acham?? Sou fã da moderação!! E vocês? 
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