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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Vídeo: A Hora do Mamaço- 2012
Este vídeo foi uma iniciativa maravilhosa da AMS -Aleitamento Materno Solidário em comemoração a Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM). São fotos de ma~es e seus bebês em vários lugares no mundo, em amamentação simultânea, no mesmo horário! Sofia aparece mamando nos 07 minutos e 53 segundos, e são 2 anos e 7 meses de amamentação continuada, que só trás benefícios para minha filha e para mim. Com muita alegria e orgulho participamos deste evento!
domingo, 30 de outubro de 2011
Bicos de silicone para amamentação
Compartilho com vocês um texto da Consultora em Aleitamento
Materno, Grasielly Mariano da IBFAN, e foi disponibilizado no grupo do AMS-
Aleitamento Materno Solidário. Eu concordo em tudo o que esta escrito no texto.
Não creio que o que vai fazer com que não se tenha fissuras nos mamilos, é este
protetor, e na minha opinião vai piorar a situação, pois o bico que o bebê vai
encontrar e outro! E o estrago pode ser pior. Arrumar a pega, a posição
do bebê, relaxar e empoderar a mãe, vão fazer com que a situação melhore
definitivamente. Leiam...
| google imagem |
Não sou contra “marcas”,
mas sou contra alguns produtos. Eu testo pessoalmente tudo que
aparece por ai e avalio os resultados com muitas de minhas pacientes que recebem
indicações e utilizam “coisas” que se dizem “mágicas”. Neste sentido, posso
seguramente dizer que sou contra todas as marcas que produzem bicos de silicone
para “proteger” os mamilos. Proteger? Hoje, após atender uma mãe MUITO
desesperada, eu fiquei pensando o porquê este produto existe e, pior, o porquê
as pessoas o indicam já na maternidade?! Não encontrei uma resposta lógica e as
argumentações oferecidas pelos profissionais de saúde às minhas pacientes não
convencem, nem de longe:
- Mamilos fissurados – prometem diminuir a dor
- Mamilos planos ou invertidos
- Bebês com dificuldade de fixar a pega
As minhas respostas para estas mentiras são as
seguintes:
- Os protetores de mamilos têm efeito paliativo na dor que
a mãe sente por conta das fissuras e rachaduras. Não seria mais fácil ajudar a
mãe na realização da boa pega em vez de “encapar” as lesões?
- Mamilos planos ou invertidos. Essas conformações mamilares não
precisam de bicos artificiais, muito pelo contrário, precisam receber a sucção
direta do bebê para que a pressão exercida seja suficiente para mudar o formato
da aréola e do mamilo. O bebê suga a aréola e não o mamilo e, por esta razão,
não há necessidade deste produto. Garantir que o bebê realize boa pega é o
suficiente. Por vezes, pode ser necessária alguma outra intervenção, mas nada
relacionado à este produto.
- Os bebês têm muito mais dificuldades de fazer a pega com o bico
de silicone do que com a mama da mãe, que se encaixa perfeitamente em sua
cavidade oral e favorece a completa compressão dos reservatórios de leite
materno.
O bico de silicone é como se fosse uma mamadeira, embora o bebê
precise fazer um pouco mais de esforço. Um pouco não, eu diria muito mais
esforço, ao ponto de se cansar facilmente, ficar ofegante por precisar sugar
com mais força para que o leite possa sair pelo mamilo e chegar à saída do bico
de silicone. Reparem que, na grande maioria das vezes, quando a nutriz
posiciona o bico de silicone, um imenso espaço entre este e o mamilo permanece.
Pela força exercida, a mãe pode piorar ou ganhar novas lesões mesmo com o uso
deste objeto, além de impedir que o bebê esgote as mamas, o que predispõe o
binômio mãe-bebê a diversas situações de perigo – Fissura + não
esgotamento das mamas favorece o ingurgitamento mamário, bloqueio
de ducto, mastite... Bebê pode não ganhar peso e não
ter prazer na amamentação, pela dificuldade. Ainda, o bebê
faz “confusão” de bico e se recusa a mamar diretamente na mama -
O tão incentivado contato pele a pele fica comprometido.
Garanto que toda e qualquer dificuldade que você apresente com a
prática de amamentação será resolvida se você aprender a posicionar o bebê e
orientá-lo a fazer uma boa pega. Claro que não incluo aqui as mamães que
apresentam algumas condições clínicas que de fato atrapalham o aleitamento
materno, o que não é o caso da maioria das mulheres que usam o bico artificial.
Vejo mamães (até com bebês de 3 meses ) angustiadas por não conseguirem
amamentar naturalmente, envergonhadas ao terem que amamentar em público com o
bico de silicone, fazendo mastites recorrentes, lesões que parecem nunca
cicatrizar, bloqueios de ductos....e ainda assim persistem com um imenso desejo
de amamentar seus bebês. Queridas, vocês não precisam de nada além do bebê e da
vontade de amamentar para alcançar o sucesso. Não utilize nada que seja
artificial, pois temos a natureza totalmente a nosso favor. E se você é uma
dessas mamães angustiadas, procure ajuda o mais rápido possível para tornar o
aleitamento materno prazeroso para você e para seu bebê. Liberte-se e diga não
à este convite ao desmame precoce!
Por Grasielly Mariano
terça-feira, 18 de outubro de 2011
MAMAÇO em Porto Alegre!
| minha linda! |
MAMAÇO em Porto Alegre!
Porque amamentar é beleza pura.
Dia do Bebê na Redenção.
Mães gaúchas, vamos nos reunir no dia 27 de Novembro de 2011das 8:30 ás 13:30 no Espelho D'água da Redenção, para um Ato Pró Amamentação.
Informações: www.amamentacaobonecasemamas.blogspot.com
NESSE DIA VAMOS ARRECADAR POTES DE VIDRO COM TAMPA PLÁSTICA PARA DOAR AO BANCO DE LEITE HUMANO DO HOSPITAL FÊMINA DE PORTO ALEGRE!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Paulínia quer pagar R$ 500 por mês para mãe amamentar filho em casa
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| google imagem |
Projeto de lei Bolsa Amamentação visa tirar crianças de creches. Proposta depende de aprovação na Câmara para vigorar.
Kleber Tomaz Do G1 SP
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A proposta integra o projeto de lei Bolsa Amamentação, um dos programas assumidos pela Prefeitura juntamente com o Ministério Público para ampliar o número de crianças nas creches. Pelo Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado em 14 de julho deste ano, a meta de Paulínia será alcançar 4 mil vagas até janeiro de 2012. Atualmente, 2.700 crianças de 4 meses de vida até 3 anos de idade são atendidas nas 26 unidades educacionais do município, segundo a Prefeitura.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 mostram que a cidade possui 82.146 habitantes, 41.478 mulheres e 5.775 crianças de 0 a 4 anos. O déficit atual de crianças que esperam uma vaga é de 1.100.
Para o projeto de lei entrar em vigor, ele ainda precisa ser aprovado pela maioria dos dez vereadores de Paulínia em votação na Câmara Municipal. A previsão é que isso ocorra até o fim deste ano, segundo a assessoria de imprensa da Câmara.
“O problema de déficit de vaga é antigo nas creches de Paulínia. Em 2010 foi instaurado um inquérito civil pedindo providências à administração pública. Foi proposto acordo com medidas que visam zerar esse déficit até janeiro de 2012. O acordo prevê reforma de alguns prédios e construção de outras unidades. Além disso, há dois projetos de lei. Um prevê o pagamento de auxílio financeiro para mães que têm bebês até 1 ano e que estejam sendo amamentados, para elas ficarem em casa com seus filhos, que deixariam de ir para as creches. Outro projeto de lei é o que trata de o município firmar convênio com entidades particulares para conseguir ampliar o número de vagas em creches”, diz a promotora Kelli Giovanna Altieri Arantes.
Atualmente, as vagas nas creches vêm sendo obtidas por meio de mandados de segurança na Justiça, segundo a promotora. Kelli afirma que, além de ajudar a garantir a vaga a quem realmente precisa, o projeto vai difundir a amamentação do recém-nascido.
“Para ele ter uma condição de saúde melhor e evitar problemas no primeiro ano de vida. É sabido que ficam com maior número de doenças no meio de outras crianças”, diz a promotora.
“Esse projeto de lei é garantir o bem estar do bebê. Foi pensado mais no bebê do que na mãe. Caso a lei seja aprovada vai atingir a parcela menos favorecida da população.”
Para conseguir a ajuda financeira as mães precisam estar cadastradas no Programa de Ação Social (PAS) e apresentar o atestado médico que está amamentando o bebê. O objetivo é estimular às mães de baixa renda a optarem por permanecer amamentando seus filhos mesmo após o 3º mês de vida, com o benefício.
O dinheiro será dado à mãe até a criança completar 1 ano e será suspenso caso ela seja matriculada em alguma escola da rede municipal ou particular. Agentes de saúde acompanharão as mães durante o período da amamentação.
A previsão é que em 2011 o projeto atenda cerca de 70 crianças. Para 2012, a expectativa é chegar a mil mães beneficiadas.
“Queremos estimular as mães a cuidar dos seus filhos nesse primeiro período. A amamentação é fundamental para o desenvolvimento da criança, por isso, oferecemos esse incentivo financeiro que será um complemento na renda de muitas famílias”,
disse o prefeito de Paulínia, José Pavan Junior, por meio de sua assessoria de imprensa.
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| Autor: Dr. Marcus Renato de Carvalho |
| Data: 5/9/2011 Fonte |
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