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domingo, 7 de abril de 2013
Vídeo: Parto - As aventuras de um Pai!
Vídeo muito legal, feito por um pai que fala sobre parto, de como foi sua experiência, de como se informou, e como ele e sua esposa fizeram uma escolha consciente!
sábado, 2 de julho de 2011
O Pai e o Parto...
Então, este é assunto que para muitos homens hoje em dia é um problema! Muitos tem medo de ver a mulher sofrer, outros não querem correr o risco de desmaiar e atrapalhar, e já outros acham que isso não é coisa pra homem!! Se enganam redondamente, queridos!!! Vocês são PAIS deste serzinho, e devem participar em tudo!! Deixo uma matéria bem bacana para vocês se encorajarem!!
Já passou o tempo em que o progenitor esperava impacientemente, caminhando de um lado para o outro, o chorar do recém-nascido. Actualmente, a maioria dos pais entra na sala de partos sem dúvidas e sem hesitações. O acompanhamento do pai, principalmente antes e durante o parto, é extremamente importante, a sua participação fará com que a futura mamã se sinta acompanhada.
O parto é um momento único e repleto de afetos, o simples ato de segurar a mão, a companhia, o reconforto que é prestado transmitem segurança à companheira, proporcionando inclusivamente uma melhor evolução no trabalho de parto. Todavia, existem algumas incompatibilidades com a presença do pai ou outras pessoas na sala de parto, principalmente quando é necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica – Cesariana.No entanto desde que não haja uma situacao especilmente complicada o Pai assiste ao nascimento do bebe por cesariana
O estigma da sala de partos
Ao pensar no parto, alguns pais colocam imediatamente fora de questão a hipótese de poderem presenciar um dos mais belos momentos da nossa vida. Os relatos de experiências menos bem sucedidas são muito intensos, particularmente, na situação de perda dos sentidos, esta ideia, atormenta os futuros papas. “E se desmaio?” Na realidade, são poucos a quem isso sucede. Se efectivamente, o futuro pai deseja assistir ao parto, não se deve deixar influenciar por esse tipo de mito.
Contudo, se não manifestar vontade de assistir ao parto deve tentar falar com a futura mamã e tentar fazer-se entender argumentando as suas motivações. O facto de recear, de evitar presenciar o possível sofrimento tanto da futura mãe, como do recém-nascido é perfeitamente compreensível... São ativados instantaneamente e inconscientemente alguns mecanismos de defesa, aversão aos hospitais, falta de à-vontade, falta de sangue frio e falta de serenidade, são alguns mecanismos utilizados para não presenciar o parto.
Porém, esta opção não deve ser criticada e jamais o pai deverá ser marginalizado! O facto do pai não presenciar o nascimento do seu filho, não tem qualquer tipo de correlação com o desempenho das funções inerentes ao papel do pai.
A caminho da maternidade
Manifestam-se os sinais de parto, as contracções iniciam-se, cada vez mais frequentes e regulares, verifica-se a perda do líquido amniótico... O futuro pai deve estar contactável ou localizável com total disponibilidade para responder de imediato.
O lema é permanecer o mais sereno possível, pois tem a responsabilidade de providenciar o transporte e acompanhar a futura mama à maternidade. Na Chegada, o pai pode ser muito útil, é necessário tratar do processo de admissão, e para tal, facilita ter preparado com antecedência os vários documentos e exames que se devem fazer acompanhar.
É também facilitador o facto de conhecer previamente a maternidade ou hospital, para depois da admissão ir rapidamente ao reencontro da companheira na sala de dilatação, onde poderá prestar a sua cooperação. Independentemente da entrada ou da presença na sala de partos, o acompanhamento permanente à sua companheira durante toda a gravidez é indiscutível. Atenção, Papai, prepare-se o melhor possível e proporcione um contribuição valiosa com nascimento do bebé que esta a caminho.
A preparação do futuro pai
Na sociedade em que vivemos verifica-se a participação do pai nas aulas de preparação para o parto, assim como, o acompanhamento à mãe no momento do parto. A participação no ato do nascimento, permite ao pai assumir o corte do cordão umbilical e assistir ao primeiro banho do recém-nascido.
Os cursos de preparação para o parto são ideais para aprender e praticar algumas técnicas com a futura mãe para enfrentar as dores e o parto. As aulas de preparação para o parto são extremamente relevantes, tanto para o pai como para a mãe. Estas aulas permitem envolver e ensinar o pai, a respirar em conjunto com a mãe, a segurar a sua cabeça durante as contrações e até a ajudar a empurrar.
O pai tem ainda a oportunidade de poder manifestar as suas dúvidas relativamente à gravidez e também adquirir conhecimentos para saber (compreender melhor) como e onde deve permanecer na sala de partos. O lugar mais aconselhável é, normalmente, à cabeceira da cama/ mesa de parto, posição que permite apoiar e animar a sua companheira nos piores momentos, praticar com ela os exercícios respiratórios apreendidos, umedecer os lábios com uma compressa de gaze embebida em água, e assim evitará visualizar aquilo que mais o poderá incomodar.
A presença do pai na sala de partos deve ser uma mais valia e não um estorvo. Desta forma, é necessário ter consciência do local e contemplar possíveis situações de emergência.
A abertura da sala de partos aos pais no decorrer das últimas décadas permitiu o contacto com uma realidade que até então lhes era praticamente inacessível. Todavia, nem todos os homens se sentem preparados para um momento destes, a ideia de ver nascer o filho pode desencadear eventualmente ansiedade e angústia.
A sua presença, aquando do momento do nascimento do bebé, tem sofrido inúmeras controvérsias. Será a presença do pai obrigatória? Impõe-se a sua presença dentro da sala de partos? A maioria das maternidades e hospitais admite a presença do pai durante o trabalho de parto e, hoje em dia, são poucos os pais que recusam assistir ao nascimento dos filhos. É fundamental o casal conversar sobre a presença do pai no momento do parto, uma vez que nem sempre a sua presença é desejada.
O pai deverá compreender a mulher que não deseja a sua presença e prefira a companhia de alguém que já passou pela mesma experiência. Da mesma forma, a mulher deverá tentar compreender a oposição do pai em estar presente aquando do parto, uma vez que pode ser extremamente penoso, ou tornar-se numa experiência traumática assistir ao sofrimento da sua companheira. É essencial respeitar a motivação de ambos.
O desentendimento relativamente a esta matéria não deve desapontar nenhum dos dois. O pai vive o nascimento do recém-nascido de forma emocional e orgulhosa. Sobretudo, pelo apoio emocional que transmite à mãe e pela partilha da própria experiência.
Fonte: http://familia.sapo.pt/gravidez/parto/bebe_saude/850489-2.html
Desde a primeira ecografia, até ao nascimento do tão esperado recém-nascido, é necessária a presença e o acompanhamento do futuro pai.
O seu apoio é imprescindível...Já passou o tempo em que o progenitor esperava impacientemente, caminhando de um lado para o outro, o chorar do recém-nascido. Actualmente, a maioria dos pais entra na sala de partos sem dúvidas e sem hesitações. O acompanhamento do pai, principalmente antes e durante o parto, é extremamente importante, a sua participação fará com que a futura mamã se sinta acompanhada.
O parto é um momento único e repleto de afetos, o simples ato de segurar a mão, a companhia, o reconforto que é prestado transmitem segurança à companheira, proporcionando inclusivamente uma melhor evolução no trabalho de parto. Todavia, existem algumas incompatibilidades com a presença do pai ou outras pessoas na sala de parto, principalmente quando é necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica – Cesariana.No entanto desde que não haja uma situacao especilmente complicada o Pai assiste ao nascimento do bebe por cesariana
O estigma da sala de partos
Ao pensar no parto, alguns pais colocam imediatamente fora de questão a hipótese de poderem presenciar um dos mais belos momentos da nossa vida. Os relatos de experiências menos bem sucedidas são muito intensos, particularmente, na situação de perda dos sentidos, esta ideia, atormenta os futuros papas. “E se desmaio?” Na realidade, são poucos a quem isso sucede. Se efectivamente, o futuro pai deseja assistir ao parto, não se deve deixar influenciar por esse tipo de mito.
Contudo, se não manifestar vontade de assistir ao parto deve tentar falar com a futura mamã e tentar fazer-se entender argumentando as suas motivações. O facto de recear, de evitar presenciar o possível sofrimento tanto da futura mãe, como do recém-nascido é perfeitamente compreensível... São ativados instantaneamente e inconscientemente alguns mecanismos de defesa, aversão aos hospitais, falta de à-vontade, falta de sangue frio e falta de serenidade, são alguns mecanismos utilizados para não presenciar o parto.
Porém, esta opção não deve ser criticada e jamais o pai deverá ser marginalizado! O facto do pai não presenciar o nascimento do seu filho, não tem qualquer tipo de correlação com o desempenho das funções inerentes ao papel do pai.
A caminho da maternidade
Manifestam-se os sinais de parto, as contracções iniciam-se, cada vez mais frequentes e regulares, verifica-se a perda do líquido amniótico... O futuro pai deve estar contactável ou localizável com total disponibilidade para responder de imediato.
O lema é permanecer o mais sereno possível, pois tem a responsabilidade de providenciar o transporte e acompanhar a futura mama à maternidade. Na Chegada, o pai pode ser muito útil, é necessário tratar do processo de admissão, e para tal, facilita ter preparado com antecedência os vários documentos e exames que se devem fazer acompanhar.
É também facilitador o facto de conhecer previamente a maternidade ou hospital, para depois da admissão ir rapidamente ao reencontro da companheira na sala de dilatação, onde poderá prestar a sua cooperação. Independentemente da entrada ou da presença na sala de partos, o acompanhamento permanente à sua companheira durante toda a gravidez é indiscutível. Atenção, Papai, prepare-se o melhor possível e proporcione um contribuição valiosa com nascimento do bebé que esta a caminho.
A preparação do futuro pai
Na sociedade em que vivemos verifica-se a participação do pai nas aulas de preparação para o parto, assim como, o acompanhamento à mãe no momento do parto. A participação no ato do nascimento, permite ao pai assumir o corte do cordão umbilical e assistir ao primeiro banho do recém-nascido.
Os cursos de preparação para o parto são ideais para aprender e praticar algumas técnicas com a futura mãe para enfrentar as dores e o parto. As aulas de preparação para o parto são extremamente relevantes, tanto para o pai como para a mãe. Estas aulas permitem envolver e ensinar o pai, a respirar em conjunto com a mãe, a segurar a sua cabeça durante as contrações e até a ajudar a empurrar.
O pai tem ainda a oportunidade de poder manifestar as suas dúvidas relativamente à gravidez e também adquirir conhecimentos para saber (compreender melhor) como e onde deve permanecer na sala de partos. O lugar mais aconselhável é, normalmente, à cabeceira da cama/ mesa de parto, posição que permite apoiar e animar a sua companheira nos piores momentos, praticar com ela os exercícios respiratórios apreendidos, umedecer os lábios com uma compressa de gaze embebida em água, e assim evitará visualizar aquilo que mais o poderá incomodar.
A presença do pai na sala de partos deve ser uma mais valia e não um estorvo. Desta forma, é necessário ter consciência do local e contemplar possíveis situações de emergência.
O pai na sala de parto – controvérsias
A abertura da sala de partos aos pais no decorrer das últimas décadas permitiu o contacto com uma realidade que até então lhes era praticamente inacessível. Todavia, nem todos os homens se sentem preparados para um momento destes, a ideia de ver nascer o filho pode desencadear eventualmente ansiedade e angústia.
A sua presença, aquando do momento do nascimento do bebé, tem sofrido inúmeras controvérsias. Será a presença do pai obrigatória? Impõe-se a sua presença dentro da sala de partos? A maioria das maternidades e hospitais admite a presença do pai durante o trabalho de parto e, hoje em dia, são poucos os pais que recusam assistir ao nascimento dos filhos. É fundamental o casal conversar sobre a presença do pai no momento do parto, uma vez que nem sempre a sua presença é desejada.
O pai deverá compreender a mulher que não deseja a sua presença e prefira a companhia de alguém que já passou pela mesma experiência. Da mesma forma, a mulher deverá tentar compreender a oposição do pai em estar presente aquando do parto, uma vez que pode ser extremamente penoso, ou tornar-se numa experiência traumática assistir ao sofrimento da sua companheira. É essencial respeitar a motivação de ambos.
O desentendimento relativamente a esta matéria não deve desapontar nenhum dos dois. O pai vive o nascimento do recém-nascido de forma emocional e orgulhosa. Sobretudo, pelo apoio emocional que transmite à mãe e pela partilha da própria experiência.
Fonte: http://familia.sapo.pt/gravidez/parto/bebe_saude/850489-2.html
segunda-feira, 9 de maio de 2011
O pai na sala de parto!
Muito se escuta dos medos masculinos de acompanhar o parto da esposa, ver seu filho nascer! Aquela intensidade de sentimentos envolvidos, os fluidos (sangue, líquido amniótico), a cena em si... tudo isso causa um medo, ansiedade, de ser obrigado a assistir tudo isso! Meu marido que não gosta muito de ver sangue e etcs, nem piscou em me acompanhar na cesárea, quando Bernardo nasceu! No nascimento da Sofia, parto normal hospitalar, esteve comigo o tempo todo, e viu de tudo e mais um pouco! Meus queridos futuros pais, olhem bastante vídeos de partos, cesáreas (se for o caso), para se prepararem para o dia mais lindo da vida de vocês!! Não se privem deste momento e, não deixem suas amadas sozinhas também! Este SER de luz foi feito pelos dois!!! E pelos dois deve ser recebido a este mundo!! CORAGEM! A final ser macho é mostrar a sensibilidade de vocês! Pensem nisso! Abaixo mais umas dicas retiradas do site Revista Crescer:
Veja como encorajar e dar aquele empurrãozinho para seu marido entrar na sala de parto e curtir a chegada do bebê com você:
- Leve-o em todas as consultas. Assim, ele consegue esclarecer dúvidas com o obstetra. Fazer, juntos, um curso de gestante ajuda também.
- Peça para aquele amigo que acabou de ser pai mostrar as fotos ou a gravação do parto. Esse momento é emocionante e vai contagiar seu marido.
- Diga que ele não precisa (nem deve) ficar circulando pela sala de parto. O melhor lugar é ao seu lado. Ali, ele traz segurança para você - e, de quebra, não atrapalha a equipe médica.
- O dia do parto também precisa ser gostoso para ele. Não esqueçam de pegar máquina fotográfica ou câmera, comidinhas (ele precisa cuidar da alimentação, porque ficar muito tempo sem comer pode causar mal-estar), CDs com músicas que vocês curtem etc. Tudo para receber com a maior alegria o filho de vocês. E é ele que vai mostrar o bebê para todo mundo da família.
Fonte: Silvia Ferreira Andrade, enfermeira coordenadora do Hospital e Maternidade Santa Catarina (SP)
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Papel do pai na gestação, parto e nascimento
Decidi postar trechos deste trabalho devido ao meu irmão Diego. Fiz pedidos insistentes para que ele seguisse meu blog, e ele sempre desconversava, até que uma hora me disse: "Mas eu não tô grávido! Bem quem eu gostaria...". Ai, ai, esse meu irmão... Vou postar textos aqui, até para os papais, para se emponderarem e ajudarem suas mulheres em todas as etapas.
Encontrei este trabalho universitário que discute a participação do pai na gestação, parto e nascimento. Este trabalho possui trechos de outros autores, que demonstra a enorme importância que o pai tem durante todo o processo e, fala também sobre os sentimentos que eles têm neste momento.
TRABALHO
Durante a gestação, parto e nascimento, muitas mudanças acontecem no corpo e na psique da mulher, fazendo com que este período exija cuidados especiais. São nove meses de preparo que vão culminar com o nascimento de um novo integrante da família. Torna-se importante o acompanhamento de profissionais da saúde e de seus familiares. Este é um direito que a toda mulher tem, para um parto seguro, mas que nem sempre é respeitado no Brasil.(...)
A Portaria que regulamenta a Lei 11.108, de Abril de 2005, assinada pelo Ministro Saraiva Felipe durante a II Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento, no Rio de Janeiro, em Dezembro de 2005, cita: “A presença do acompanhante é um direito de todas as mulheres da sociedade. A Lei parece pequena, mas é grandiosa: além de ser uma vitória da sociedade, irá proporcionar melhores condições na assistência obstétrica” (BRASIL, 2005)(...)
Observamos que está aumentando o número de homens que desejam participar ativamente
do processo da paternidade, constituindo-se num elemento-chave indispensável da equação pré-natal. Assim, não se considera apenas a mulher grávida, mas o casal grávido (SIMÕES, 1998). No nosso meio, poucos conhecem sobre o estado emocional, psicológico do pai, como também sobre seus sentimentos em relação ao ciclo gravidez-parto de sua mulher e nascimento do seu filho (ABREU e SOUZA, 1999).
A presença do acompanhante pode ajudar na redução da necessidade de medicações para alívio da dor, na redução do tempo de trabalho de parto, do número de cesáreas e dos casos de depressão pós-parto (DOMINGUES, 2000)(...)
A participação do pai é vista como um fato inato, mas precisa ser aprendido, estimulado e preparado para o papel que é seu, mas que culturalmente foi desvalorizado. Já no útero o bebê sente o contato que o pai estabelece pelo toque na barriga da mãe, pelo som de suas palavras. Aí começa o vínculo: Pai, mãe e bebê!
Atualmente têm surgido estudos a respeito da importância do pai durante a gestação até o nascimento, porque a pressão cultural pela participação ativa dos parceiros na hora do nascimento levou os profissionais, e mesmo os hospitais, a se prepararem para que a chegada do bebê ocorra preferencialmente com a presença do pai. (...)
Ter um acompanhante tranqüiliza a mulher e melhora as condições de parto, contribuindo para alívio da dor e a menor duração do trabalho de parto. A Lei, portanto, é uma forma de despertar os profissionais de saúde e exigir dos Hospitais maternidades, a criação de meios que possibilitem esta prática(...)
(...) As gestantes não compreendem, muitas vezes, e até se ressentem quando seus parceiros não se manifestam com a intensidade esperada, inclusive quando a gravidez foi planejada e desejada por eles. Desejar um filho pode ser diferente de se projetar como pai, enquanto o desejo de ter um filho é ainda um plano de fantasia, imaginar-se pai, receber a notícia que isto é real, remete-o à frente de responsabilidades que deverão ser assumidas, o que pode causar-lhe inseguranças e despreparo. Outros homens podem sentir-se incompreendidos e desamparados em suas angústias, uma vez que todos se voltam para a gestante, e saem em busca de amigos, afastando-se do ambiente doméstico e sofrendo sozinhos.
(...)A psicologia pré-natal, com seus estudos avançados, tem demonstrado claramente a importância para o feto do contato precoce com a figura paterna.
“Como a criança já guarda lembranças na vida pré-natal e é capaz de retê-las, a ligação profunda e intensa pai-feto é essencial para a continuação do vínculo pós-nascimento. Este pai, então, deixa de ser mero provedor para compartilhar dos cuidados básicos com o bebê, bem como de sua educação e desenvolvimento físico-emocional“ (RICO, 2006).
“A participação do pai no período gestacional, seria a evolução da paternidade do novo século. Ao longo dos anos, o papel do pai foi sendo modificado, ele passou a sentir-se mais presente e motivado em participar do processo” (SZEJER e STEWART, 1997). “O desejo de participar desde o início da gestação, na criação dos filhos, de forma mais ativa e concreta, pode minimizar as somatizações e regressões apontadas muitas vezes, pelo pai que não vivenciou um vínculo saudável com o feto, e assim enfrentar com menos dificuldades o processo de nascimento” (SZEJER, 1999).
O trabalho conclui que:
(...) Devemos ter conhecimento para fazer valer nossos direitos mesmo que nos pareçam pequenos, ter consciência de que só assim poderemos humanizar os atendimentos principalmente os prestados pelo SUS que cabe a maioria da população. E assim, devolver à mãe a confiança em sua capacidade de dar à luz e olhar a futura mãe em toda sua dignidade de mulher.
Autores: Regina Harumi Kitahara, Simone Rossi, Maria Celestina Bonzanini Grazziotin.
Aqui tem outro link com trabalho envolvendo mesmo assunto: http://www.scielo.br/pdf/paideia/v15n30/12.pdf
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