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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Cursos Online e E-books MATERNA

E- BOOK  DE ALIMENTAÇÃO NA GESTAÇÃO E AMAMENTAÇÃO



E-book elaborado por uma Nutricionista Materno infantil, com informações atualizadas e evidenciadas. Este material oferece uma noção de como deve ser, em um aspecto geral, a alimentação na gestação e amamentação. Ele é informativo e não dispensa o acompanhamento de um Nutricionista.


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Assim que isso for feito o e-book será enviado para o seu e-mail.


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E-BOOK DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO CONSCIENTE

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E-book de excelente qualidade, que passa informações atualizadas e de acordo com a Organização Mundial da Saúde, baseada em evidências cientificas. Neste material são abordados temas como aspectos psicológicos da gestação e parto, fisiologia do parto, posições e técnicas de alivio da dor, dicas de alimentação, dias para um pós parto tranquilo e amamentação, alguns passos para o sucesso. 


Foi elaborado por AnaLu Muñoz, Doula e Educadora perinatal e Terapeuta holística.


Interessados em adquirir o E- book devem entrar em contato pelo e-  mail: maternaespacodeacolhimento@gmail.com, fazer PIX no valor de 75 reais e enviar o comprovante. O envio do e-book será no mesmo dia.


Quaisquer dúvidas entrar em contato!

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terça-feira, 28 de julho de 2015

Relato de parto da Thays

Thays foi minha doulanda, e depois de 3 anos conseguiu relatar seu parto. Assistida por péssimo profissional, o "obstetra" Derly Fofonca, humilhou e submeteu ela a diversas intervenções que não foram autorizadas. Leiam o relato:


Era 6:38 da manhã, eu estava de bobeira na cama, estava cedo, frio e a preguiça não deixava nem abrir os olhos direito.
De repente aquela colicazinha veio.
Meus pensamentos voaram: “Ué o que foi isto?!?!?”
Continuei deitada na cama.... 15 minutos depois mais uma colicazinha..... “Ai meu Deus”
Levantei fui caminhar na sala.....mais 15 minutos e outra colicazinha... “É hoje!!!!”
O sorriso estampou meu rosto de orelha a orelha.
O marido foi atrás de mim saber o que foi “É hoje, já põe as coisas no carro.” eu disse
Era uma mistura de ansiedade, medo, felicidade, amor.... Difícil explicar o que estava sentindo, mas era muito bom...
Meia hora mais tarde, as contrações tomaram ritmo de 5 em 5 minutos.
Caminhei, rebolei, agachei, fazia tudo àquilo que o meu corpo mandava, estava literalmente me abrindo para uma nova era...

La pelas 8:30 liguei para minha Doula AnaLu, “Aninha é hoje, vem para ca”
Também liguei para a minha medica Dra Ana Claudia Codesso (mais uma Ana na minha vida)“ Dra Ana, contrações de 5 em 5 mas bem curtinhas ta, então acho que vai demorar”
Continuei no mesmo ritmo, quando a AnaLu chegou eu estava de quatro na sala e estava sentindo que tudo estava diferente.
Comecei a vocalizar, não conseguia mais segurar, era uma vontade de gritar “Aaaaaahhhhhh”
A cada contração, vinha lá de dentro do meu ser um grito, que não podia ser parado.
Logo a caminhada, agachada, rebolada, os gritos, as massagens, nada aliviavam aquela dor. Perguntei a AnaLu “Que horas vamos no hospital” E com toda aquela calma do mundo ela respondeu “A hora que você quiser”.“Então vamos porque a coisa apertou”. Ela me deu um sorriso e disse “Tu já estas diferente, as contrações estão de 3 em 3 minutos, vamos la”.

No carro, fui no banco de trás, tentando ficar sentada (que posição horrível) era de quatro que aliviava, AnaLu foi fazendo massagens em minhas costas. Nossa como ficar em um local pequeno e quase sem possibilidades de movimento foi ruim, a dor aumentou e com ela veio o medo. Tadinha da AnaLu fiquei pensando que ela iria ficar surda, eu vocalizava muito alto no carro, mas era meu primitivo falando, ela dizia “Não te preocupas a Doula agüenta”.

No trajeto tentávamos ligar para a Dra Ana, mas o telefone dela não estava pegando! Eu só pensava “Respira, calma.....” Faltando pouco para chegar ao hospital, começou a vontade de fazer força “Ai meu Deus, esta guria vai nascer no carro” AnaLu só falava “Calma, respira, deixa as contrações virem”
Eu tinha vontade de chorar, mas as lagrimas não saiam, era uma mistura de sentimentos e também o medo de não saber o que vinha pela frente.
Chegamos ao hospital, fui direto para a avaliação “Já esta com 8 centímetros, colo apagado e ela já esta aqui” disse a enfermeira, com um belo sorriso.
No corredor indo para uma sala, encontramos o plantonista, a enfermeira passou as informações para ele, e ele perguntou “É cesárea?” Eu gritei “NÃO”
Quando cheguei a sala de parto, AnaLu e o meu marido apareceram logo em seguida.

Colocaram-me deitada numa maca, o plantonista me avaliou “Já esta com 10, vamos romper a bolsa” “Não quero” eu disse “Deixa ela romper sozinha”, mas foi em vão. Ele enfiou a comadre embaixo de mim e estourou a bolsa.
As dores pioraram e eu só dizia “Quero anestesia, não aguento” ficar deitada, deixava tudo pior.
Fui levada para outra sala, agora na maca pude ficar semi-deitada.
“Põe as pernas nas perneiras, mãezinha” Falou a enfermeira. Eu disse “Não quero” e o plantonista revidou “Tu não é índia para ganhar de cócoras”
Naquele instante meu mundo desabou, entendi que aquele plantonista era o tipo de “medico” de quem eu fugi a gravidez inteira. Ele era mais um que não sabe tratar as mulheres com respeito na hora mais preciosa e sensível delas.
Contra minha vontade colocaram minhas pernas “naquilo”.
Tentava respirar, tentava me ajeitar, tudo estava errado, não foi assim que imaginei, e não era assim que deveria ser.
Logo apareceu uma enfermeira tentando pegar minhas digitais para o cadastro do hospital, acho que ela entendeu que não era a hora certa quando ela pegou minha mão e ganhou meu olhar fuzilador!!!
Na outra mão, outra enfermeira me colocando um acesso com soro, eu dizia “ Precisa mesmo disto?” e ela “Sim”.
Aquele acesso caiu da minha mão direita DUAS vezes. Então colocaram na esquerda, com uma fita bem firme.
Naquela altura as contrações eram insuportáveis, e a minha vocalização estava no auge até que o plantonista me mandou calar a boca “Tu ta fazendo escândalo, fica quieta”.
“Meus Deus, o que faço? Senhor só me da forças” eu implorava em pensamento.
AnaLu e o marido, cada um de uma lado. AnaLu com aquela mão leve e suave era a minha fortaleza que não me deixava desabar e desistir, hora com a mão no meu ombro, hora colocando aquele paninho gelado na testa. Como um simples pano molhado e gelado teve tanto impacto naquele momento.
Agora foi a hora de fazer força, e o plantonista me explicou como fazer. “Queixo no peito, segura a respiração e faz força para baixo, segura nestas barras e “puxa” para trás.
Mas como a Thays sempre foi delicada (hahah), tentava fazer tudo aquilo, mas teimava em puxar as barras para cima, e como elas são só encaixadas, saiam nas minhas mãos, as enfermeiras pegavam, colocavam novamente e eu tirava. Ate que eu desisti de segurar aquilo e me agarrei as barras das perneiras.
“Olha aqui paizinho” disse o plantonista “Já da para ver os cabelinhos”. E lá vai o marido olhar!!!!
Logo em seguida veio “Tu ta fazendo força errado, assim não da”
Eu tentava não olhar para o plantonista, mas eis que sinto umas picadas. Fui obrigada a olhar e la estava ele segurando uma seringa. “Não quero episio” Falei bem certa de que ele estava me dando anestesia local.
“Vamos ver” disse ele em tom irônico.
Novamente ele disse “Assim não adianta, vou ter que .....” Não consegui entender o que ele falou, ele se levantou deu dois passos para traz e pegou das mãos da enfermeira um utensílio. Eu sabia o que era um fórceps, mas não acreditava que era tão grande. Quando ele veio na minha direção, eu só fechei os olhos, virei a cabeça de lado. Não lembro se só pensei ou se falei “Deus me ajuda”

Não lembro de sentir o ferro entrando, mas lembro muito bem de sentir saindo e junto levando minha filha, pequena e indefesa. Nada bom.
Colocou ela em cima de mim, toda ensangüentada, não pude ver seu rosto, estava de costas.Ela logo chorou e eu dei graças por ter terminado aquele horror, ilusão minha.

Ela nasceu as 12:40 da manhã, com lindos 2.730Kg e 49,5 cm, uma bonequinha.
Ao piscar os olhos “Cadê minha filha?” eu perguntei a AnaLu e ela respondeu “calma teu marido ta junto dela”. Eu tremia tanto, era tanta adrenalina correndo em minhas veias, que eu não conseguia nem respirar direito.

Logo a enfermeira a trouxe, toda enroladinha. E pôs no meu colo, pedi ajuda a AnaLu para me ajudar a segura-la, a tremedeira estava forte, tinha medo de deixar cair.

Tiramos uma foto. Outra enfermeira abriu minha roupa e fez a minha pequena Giulia colocar a boca no meu seio e lógico ela nem abriu a boca, não sabia de quem era aquilo. Ficou ali comigo uns 5-10 minutos e logo levaram para dar banho.E o plantonista ainda estava lá, me costurando, ele fez a episio, foram 7 pontos. Quando ele terminou, falou a frase de ouro “Vou tirar a placenta” e eu ainda tentei e rebati “Não da para esperar ela sair naturalmente?” mal terminei a frase ele puxou e ali veio uma ultima e dolorosa contração.

AnaLu ainda me disse “Olha a placenta” eu não estava com animo para nada, eu estava me sentindo num show de horrores, sabendo que tudo aquilo não deveria ser daquele jeito. Mas olhei, mentalmente agradeci por ela ter nutrido minha filha.
Graças aos céus aquele plantonista sumiu da minha vista. E minha princesa veio finalmente para ficar comigo. Ela estava dormindo, eu penso que quase hibernando, para ela também foi sofrido e doloroso, sentir tudo que sentimos, não foi fácil. Então ela assim permaneceu até que fomos para o quarto as 19h. La estava minha mãe e a AnaLu, consegui tomar banho, com ajuda da enfermeira, aqueles pontos "ui", enquanto Giulia era paparicada pela nova Vovó.
Consegui sentar na poltrona e ela veio, cheia de fome, se agarrou no seio e lá ficou mamando, as vezes abria os olhos, ficamos assim quase uma hora, nos reconhecendo. Tínhamos que nos reconectar. Não foi fácil amamentar, mas eu sabia que era necessário, era somente aquilo que Giulia precisava. Meu calor, meu colo, meu seio, meu leite, meu cheiro.

E assim terminamos a primeira de muitas aventuras.
Agradeço de todo o coração a AnaLu por estar comigo me dando forças. Ao meu marido e parceiro por acreditar na minha força. E a Deus por sempre saber o que eu preciso passar. Nunca nada é por acaso.
Hoje a minha razão de viver completa 3 anos. E eu acabei virando DOULA, para principalmente passar informações de qualidade às pessoas, dar apoio emocional e físico.

Nada nunca é por acaso, eu precisei passar por tudo aquilo. Hoje agradeço a Deus, por colocar em meu caminho as pessoas certas e no tempo certo.





quarta-feira, 1 de abril de 2015

Massagem Perineal + Exercícios para o Assoalho Pélvico

Massagem Perineal


Fonte: http://pregnancy.about.com/library/weekly/aa103199.htm (Tradução da Bart) 

Quando pensamos em como se pode evitar a episiotomia no parto normal, raramente pensamos em alguma coisa além do que os médicos ou as enfermeiras podem fazer por nós.

Há muita coisa que podemos fazer por nós mesmas! 
  


A massagem no períneo no período pré-natal tem se mostrado eficaz na prevenção da necessidade da episio e na diminuição das lacerações que a mulher pode ter durante o parto. Esta massagem é particularmente eficiente em mulheres com idades próximas aos 20 anos. 

Essa técnica é usada para ajudar no alongamento/flexibilidade e preparar a pele do períneo (parte de pele, músculos etc. entre a vagina e o ânus) para o parto. 

Essa massagem não vai apenas preparar o tecido do seu corpo, mas vai também permitir que você conheça e aprenda sobre as sensações do parto e como controlar esses poderosos músculos. Este conhecimento irá lhe auxiliar e preparar-lhe para dar à luz o seu bebê. 

O conhecimento do que você sente nessa região do corpo vai lhe ajudar a manter-se relaxada e relaxar o períneo no parto e também durante outros exames vaginais que você tenha que fazer em sua vida.

INSTRUÇÕES: 

  • Encontre um lugar onde você possa se sentar e estar sozinha, ou com seu parceiro, ininterruptamente.
  • Tente ver seu períneo com ajuda de um espelho, note como ele é... Nem sempre será necessário um espelho para essa tarefa! 
  • Você pode usar compressas com toalhas mornas no períneo por 10 minutos, ou usar um banho morno (de banheira, assento, ou chuveiro, em último caso), caso precise relaxar. 
  • Lave suas mãos e peça ao seu companheiro para fazê-lo, caso ele vá lhe ajudar nas massagens. 
  • Lubrifique seus dedos polegares e o períneo. Você pode usar muitos tipos de lubrificantes: KY Gel®, óleo de vitamina E, óleo vegetal puro (óleo de semente de uva é uma boa indicação!) etc.
  • Coloque seus dedos polegares um pouco dentro de sua vagina, empurre-os para baixo e pressione para os lados. Você deve sentir um leve estiramento, formigamento, ou uma leve queimação, mas nada que seja dolorido. Mantenha esse movimento por 2 minutos ou até que região fique levemente adormecida. 

  • Se você tem episiotomia ou lacerações prévias, esteja certa de prestar especial atenção ao tecido de cicatrização que, geralmente, não é tão estendível e onde a massagem deve ser feita mais intensamente, com cuidado. 
  • Massageie em volta e por dentro da região mais externa da vagina e seus tecidos, onde ela se abre, e mantenha sempre a lubrificação. 
  • Use seus polegares para puxar um pouco os tecidos, forçando-os a abrirem-se, imagine como seria se a cabeça do seu bebê estivesse fazendo esse movimento na hora do parto. 
  • Se seu parceiro estiver fazendo a massagem, pode ser muito útil que ele use os polegares. A sensação pode ser mais bem percebida por você, mas não deixe de guiá-lo com suas sensações para que ele saiba qual a pressão que deve utilizar. 
  • Nessa massagem, quando ela está sendo feita pelas primeiras vezes, é comum que seja possível usar somente um dedo, até que a musculatura seja trabalhada e possa ser estendida.

    ATENÇÃO:
    • Evite mexer no ou abrir o orifício da uretra (logo acima da vagina) para evitar infecções urinárias
    • Não faça massagens no períneo se você tiver lesões ativas de herpes (isso pode causar o aumento da área das lesões).
    • Você pode começar essas massagens em torno da 34a semana de gravidez. Se você já passou da 34a semana e ainda não começou, não desista! A massagem pode trazer-lhe benefícios ainda assim. Você pode fazê-la pelo menos uma vez por dia.
    • Lembre-se que a massagem sozinha não vai proteger seu períneo, mas ela é parte de um grande esquema. Escolher uma posição vertical para parir (de cócoras, de joelhos, sentada etc.) favorece a distribuição de pressão no períneo. Se você escolher parir deitada de lado, isso também reduz muito a pressão no períneo. Deitada de costas, totalmente na horizontal, é a posição para parir em que há mais chances de se provocar lacerações e necessidade de episiotomia.

     

    Exercícios para o Assoalho Pélvico

    Fonte: Women's Health Library. Em: Fique amiga dela: dicas para entender a linguagem de suas partes mimosas; Simone G. Diniz - São Paulo: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, 2003. 32p. Obtido em: http://www.mulheres.org.br/fiqueamigadela

    Como fazer os exercícios e manter uma vagina poderosa 

    Esses são, esquematicamente, os músculos que compõem o que chamamos de "o oito do assoalho pélvico"...


    Para localizar os músculos do assoalho pélvico faça o seguinte: 

    • Tente parar o fluxo de urina quando você estiver sentada na privada. Se você conseguir, está usando os músculos certos.Não se preocupe se não consegue parar a urina no começo. À medida que você vai fazendo os exercícios, eles vão ficando mais fortes.
    • Imagine que você está tentando evitar de soltar gases. Aperte os músculos que você usaria.
    • Deite-se e coloque um dedo dentro da vagina quando contrai a vagina ou segura a urina. Sinta a contração do músculo para conferir que está contraindo o lugar certo. 
    Tente não apertar outros músculos ao mesmo tempo. Muitas vezes, contraímos os músculos da perna ou da barriga, ou mesmo prendemos a respiração. 

    Agora que você já sabe como contrair, vamos aos exercícios básicos. 

    Para começar, você pode fazer em casa, em sua cama, etc. Mas quando você se acostuma, pode fazer em qualquer posição ou lugar: enquanto espera numa fila, no seu trajeto de ônibus, parada no trânsito, enquanto ouve música, durante a transa, enfim, use sua imaginação. 

    Exercício número 1 - contração e relaxamento básicos 
    • Deite-se de costas, de lado, ou de bruços, com as pernas e o peito relaxados. Imagine o "oito" do assoalho pélvico. Faça uma contração e sinta os esfíncteres ficando mais apertados e as passagens internas (vagina, uretra, ânus) mais fechadas. Relaxe.
    • Concentre-se no esfíncter da frente, o que fecha a vagina e a uretra.
    • Coloque a ponta dos dedos em cima do osso da púbis (mais ou menos onde começam os pêlos, indo da barriga para a vulva) e contraia bem forte a vagina. Dá para sentir a contração nos seus dedos também, pois o osso se move do lugar dele. Conte até cinco e relaxe. Repita 10 vezes.
    • À medida que você vai ficando mais forte nessa área, vá aumentando as repetições. O ideal é chegar a 50 vezes, três vezes ao dia.

    Exercício número 2 - o elevador 
    • Coloque-se em uma posição confortável. Imagine que você está subindo em um elevador. À medida em que você sobe os andares, tente imaginar os músculos cada vez mais contraídos, sem perder a contração que vai se acumulando. Quando estiver bem contraído, vá descendo os "andares" aos poucos, até relaxar completamente os músculos.
    • Sempre termine o exercício com uma contração.

    Nesses exercícios, a qualidade é tão importante quanto a quantidade. 

    E o bom é que esses exercícios podem ser feitos durante praticamente qualquer atividade, e ninguém precisa saber que você está se exercitando.


      *Fonte: INFO Brasília


    Texto retirado daqui

    terça-feira, 23 de setembro de 2014

    Esse Bebê Não Vai Nascer, Não? - Dez Dicas Para o Final da Gestação - por Adèle Doula

    O final da gestação é naturalmente um período de muita ansiedade para o casal. A chegada do bebê significa uma mudança radical na vida de ambos e esse momento é esperado com entusiasmo e uma pontinha de medo. Quando a data prevista se aproxima, é comum ouvirmos as gestantes perguntando coisas do tipo: "como eu posso saber quanto tempo falta?""como eu posso ajudar o parto a começar logo?" Então, hoje, resolvi trazer algumas dicas para ajudar os casais nesta reta final.

    Espero que gostem!

    Dica n°1: Não se apegue à data

    A DPP (data prevista para o parto) é uma aproximação. Não existe maneira de saber exatamente a data da concepção (mesmo quando se sabe a data da relação sexual, pode haver uma diferença de horas ou até dias entre a relação e a concepção). O Ultrassom pode ajudar, quando feito precocemente (antes de 8 semanas). Nesse período, o feto ainda tem uma cauda, que vai diminuindo até desaparecer, e é ela que permite situar a gestação em uma data. Depois que a cauda desaparece, o feto já tem formato de bebê e passa a crescer e desenvolver seus órgãos internos, e então as diferenças individuais podem interferir no cálculo da DPP. Tem bebês que são maiores e outros menores, uns crescem mais rápido, outros engordam mais... questão de biotipo mesmo. Alguns bebês amadurecem mais rápido, enquanto outros podem precisar de mais alguns dias, ou até semanas na barriga! É por causa de todas essas variáveis que a DPP é um intervalo de tempo, e não uma data específica. Segundo o Colégio Americano de Obestetras e Ginecologistas, é assim que se classificariam os bebês nascidos no intervalo conhecido como "a termo" (entre 37 e 42 semanas):


    FONTE



    Dica n°2: Não é possível saber se o bebê já está pronto para nascer

    Infelizmente (ou felizmente?), o trabalho de parto ainda é um evento que detém muitos mistérios. O que desencadeia o trabalho de parto ainda não foi totalmente explicado. As teorias mais recentes apontam que é o bebê quem determina o incício do trabalho de parto. A partir do amadurecimento de seus pulmões e de suas glândulas supra-renais, o feto passa a liberar hormônios na corrente sanguinea da mãe, que são os responsáveis pelo início do trabalho de parto. Assim, o trabalho de parto é um indicador de que o bebê atingiu a plena maturidade pulmonar. Não é possível observar pelo ultrassom essa maturidade pulmonar, nem através de nenhum outro meio. O trabalho de parto é o único verdadeiro indicador de que o bebê já está pronto para nascer.


    Dica n°3: O início do trabalho de parto não tem como ser previsto


    Prever o início do trabalho de parto é impossível, simplesmente porque existe uma quantidade imensa de sinais que variam muitíssimo de mulher para mulher. Algumas mulheres têm dias e dias de contrações de treinamento e cólicas, têm alarmes falsos, dores na virilha, sentem o bebê encaixando, sentem o intestino soltar alguns dias antes do parto, perdem o tampão, sonham com o parto, outras não têm absolutamente nenhum sinal antes do parto, e engrenam diretamente no TP. Algumas mulheres apresentam afinamento do colo uterino, ou têm alguns centímetros de dilatação antes do parto. Outras não têm absolutamente nenhuma alteração do colo uterino antes do parto. Por isso que não adianta nada fazer toque toda semana para ver "como está o colo", porque independente de como esteja, grosso, fino, posterior, com 1 ou 2 cm de dilatação, isso não dá nenhuma informação quanto ao tempo que falta para engrenar o trabalho de parto (trabalho de parto engrenado = contrações rítmicas).


    Dica n°4: Lidando com as cobranças

    Uma das queixas mais comuns das gestantes no finalzinho da gestação são as cobranças para que o bebê nasça logo. Familiares, amigos, colegas de trabalho, têm a péssima tendência a ficar ligando e mandando mensagens (às vezes todos os dias, várias vezes ao dia) para perguntar se a gestante está sentindo algo, se tem certeza que vai esperar, se não está colocando o bebê em risco, etc. Essas cobranças fazem muito mal às gestantes, que já se sentem naturalmente ansiosas com o parto, e muitas vezes são oriundas da preocupação e falta de informação das pessoas que cercam a gestante. É importante ter uma rede de apoio, presencial e/ou virtual, e contar com o apoio presencial de pessoas que não fazem este tipo de cobrança, pelo contrário, que compreendem e encorajam a decisão da mulher de esperar pelo parto, como uma Doula, por exemplo. É também muito importante compartilhar com a família, sempre que possível, os motivos que levaram o casal a optar por esperar o parto natural. É interessante em alguns casos fazer um encontro com a Doula e/ou a equipe contratada para acompanhar o parto e a família, para falar sobre as diferentes maneiras de apoiar a gestante nessa hora, minimizando a sua ansiedade ao invés de aumentá-la. Outra maneira de incluir e informar os familiares e amigos é convidando-os a participar de encontros de gestantes, onde poderão conversar com casais que já passaram pela experiência, assim como tirar suas dúvidas com Doulas e outros profissionais do parto. Em alguns casos, infelizmente, o casal não encontra apoio na família e nos amigos. Nesses casos, o melhor é não entrar em discussões que possam gerar um estresse desnecessário na reta final da gestação e treinar a famosa "cara de alface".


    Dica n°5: Mantendo a privacidade

    O parto é um evento íntimo do casal, que envolve muita entrega e requer um ambiente protegido, onde a mulher-mamífera se sinta confortada, amparada e segura. Por isso, na maioria dos casos, os casais buscam que este momento aconteça com o máximo de privacidade, e com o menor número possível de pessoas. Isso às vezes pode gerar tensões na família e com os amigos, pois algumas pessoas vêem o parto com um evento familiar ou como uma celebração, e não entendem a necessidade de solidão de certos casais. Para evitar estresses desnecessários, alguns casais mentem a data prevista para o parto, apresentando a data de 42 semanas como se fosse a DPP (40 semanas). Outros iniciam um processo progressivo de introspecção, se afastam das redes sociais, respondem menos a telefonemas e mensagens, já deixam amigos e familiares avisados de que a partir de agora precisam de mais tempo para si mesmos e para dedicar integralmente à espera de seu bebê. Já vi até casos extremos de casais que mentiram sobre o local onde teriam seus bebês, caso a família não aguentasse esperar e decidisse aparecer por lá. Para um casal que deseja um parto natural e não conta com o apoio dos amigos e familiares, quanto mais ele se resguardar de divulgar informações sobre seus planos, melhor!


    Dica n°6: Despedindo da barriga

    Às vezes as mulheres ficam tão ansiosas com o final da gestação, que se esquecem de curtir o barrigão. Sim, eu sei, no final a gestação é cheia de desconfortos, achar posição para dormir não é fácil, e geralmente nesse momento a gestante já não aguenta mais estar grávida (9 meses é muito tempo). Mas é importante lembrar de uma coisa: 2, 3 semanas passam rápido, e podem passar-se anos antes da mulher poder sentir novamente dentro dela um bebezinho se mexendo. Quando converso com as mulheres após alguns anos do nascimento de seus bebês, elas sempre dizem que sentem muita saudade desses últimos momentos da gestação. Por isso, as últimas semanas da gestação não são um momento para se entregar à ansiedade, e sim um momento para aproveitar intensamente cada segundo. E documentar. É um momento muito bacana para tirar fotos e fazer vídeos da barriga se mexendo, da gestante dançando e rindo, dela contando como se sente, etc. para que mais tarde esses momentos possam ser recordados.


    Dica n°7: Um clima de ocitocina

    A ocitocina é o principal hormônio do trabalho de parto. Ela também é carinhosamente chamada de "hormônio do amor" pois faz parte integrante de nossas relações sociais, sendo liberada em momentos de entrega e confiança, como conversas agradáveis, abraços, carinhos, mostras de confiança edurante a relação sexual. A ocitocina é um hormônio que tem um efeito muito contagioso, ela promove as interações sociais e a sensação de apaixonamento. As últimas semanas antes do parto são um momento ideal para começar a criar um clima "ocitocinado" em casa. É um período muito bom para o casal passar momentos juntos, namorar, conversar, sair para passear, etc. É inclusive um bom momento para fazer amor. O sexo nas últimas semanas antes da gestação pode ajudar a preparar o corpo para o parto, pois o esperma contém prostaglandinas, que ajudam o colo do útero a amolecer e dilatar, e o orgasmo produz contrações uterinas, que podem ajudar o trabalho de parto a engrenar.

    Dica n°8: Conectando-se com o bebê

    Durante a gestação, mãe e filho estabelecem uma relação simbiótica muito intensa. A mãe sente o filho dentro dela, adivinha ele, compartilha de seus sentimentos a partir da troca sanguínea. É uma conexão muito íntima, e é uma relação que vai mudar radicalmente uma vez que o bebê estiver do lado de fora. Uma vez cortado o cordão, ambos estarão separados, e deverão se comunicar de outras formas, novas formas. Será um mundo de descobertas, e eles irão se descobrindo mutuamente. Mas é bacana aproveitar as últimas semanas da gestação para conversar muito com o bebê e explorar ao máximo a relação simbiótica que está por terminar. Explicar para o bebê o que vai acontecer no parto, como vai ser, ajuda a tranquilizar a mãe. Buscar meditar ou fazer rituais para o recebimento do bebê, como chás de bênçãos por exemplo, também ajuda a acalmar a mãe e permite reforçar ainda mais este vínculo.


    Dica n°9: Mas tem como induzir o parto?

    Existem maneiras de tentar ajudar o parto a engrenar e evoluir mais rápido, mas a verdade é que nenhuma indução, nem as medicamentosas, funcionam quando o bebê ainda não está pronto. Alguns dos métodos mais utilizados são os 3 Hots (banho quente, comida picante e sexo), o chá da Naolí (receita aqui), e as atividades físicas, como caminhar, nadar e dançar. Geralmente é indicado começar a utilizar estas técnicas quando o corpo começa a dar os primeiros sinais de trabalho de parto (pródromos: contrações fracas e irregulares, cólicas como cólicas menstruais, perda de tampão) ou então quando a gestante passa de 41 semanas de gestação. Também é possível usar acupuntura e moxabustão, porém estas técnicas precisam de um profissional habilitado para aplicá-las.


    Dica n°10: Abdicando do controle

    O fato é que não existem maneiras de prever quando acontecerá o parto, nem como ele vai evoluir. O parto não está nas mãos da mulher. Para parir, ela vai precisar aceitar isso e se entregar ao parto. Ela terá que abdicar do controle, e isso é um grande desafio. Acredito que seja o maior desafio da maternidade para muitas mulheres. Após o nascimento do bebê, muitas coisas não poderão mais ser controladas. O parto é uma aprendizagem para a maternidade, é o momento onde a mulher precisa conectar-se consigo mesma e aceitar que ela não está no controle, e se entregar. Se entregar para o "ser mãe". Sem relógios, sem barreiras, sem limites...

     




     







    As lindas fotos acima são do parto de Corrina, que você pode ler na íntegra aqui.

    segunda-feira, 22 de setembro de 2014

    Papinhas e Comidinhas Vegetarianas

    Encontrei este texto com várias receitinhas vegetarianas e achei bacana compartilhar. Eu acrescento informação ou faço algumas considerações que acho pertinentes neste texto e que irão estar em cor diferente. Segue o texto:

    Foto particular

    A criança bebe apenas leite por praticamente seis meses. Por isso, é preciso introduzir as papinhas aos poucos. O método varia entre os pediatras - alguns preferem começar com papinhas salgadas feitas com apenas um legume, enquanto outros já sugerem uma sopinha mais elaborada (exato, as orientações são variadas. Acredita se também que o melhor é não introduzir o suco de cara, por causa do volume e da quantidade baixa de nutrientes, podendo atrapalhar a amamentação se a quantidade e a frequência for grande. Acredita se também, que a batata doce é um ótimo alimento para começar a introdução alimentar, antes mesmo das frutas por conter um gosto adocicado e ter um bom valor nutritivo). Mas, no geral, eles recomendam a seguinte sequência:

    1 - Escolha um dia e ofereça um suco de laranja-lima no meio da manhã, entre uma mamada e outra - e não perca por nada o rostinho de espanto que o bebê vai fazer ao experimentar o novo sabor.

    2 - Comece a oferecer as papinhas de frutas depois de três, quatro dias. Escolha um horário entre as mamadas na parte da tarde, e observe se o organismo da criança reage bem.

    3 - Depois de uma semana, organize o horário das mamadas (mãe que tem horário disponível, trabalha em casa ou se dedica aos cuidados do bebê, pode continuar amamentando o sempre que ele quiser) para oferecer a papinha salgada na hora do almoço. Continue com o suco e a papinha de frutas no lanche.

    4 - Quando o bebê já estiver habituado é hora de dar a papinha salgada na hora do jantar também. E papinha de frutas como sobremesa nas duas refeições.

    Os horários ficam assim:

    Ao acordar: leite materno ou de fórmula
    Meio da manhã: suco de frutas
    Almoço: papinha salgada e fruta
    Lanche da tarde: papinha de fruta e/ou leite
    Jantar: papinha salgada e fruta
    Ceia: leite materno ou de fórmula

    Esses horários são apenas uma referência. Cada criança tem seu próprio ritmo.

    Queridas, nada de achar que no primeiro mês de alimentação o bebe vai estar comendo de tudo e tudo. O bebê tem seu ritmo sim, e existem bebes que só se habituam a comer depois do 1 aninho. Como eu sei? Meus 2 primeiros filhos foram assim! Não queriam comer ou comiam pouco, faziam careta, mas na maioria das vezes eu ficava tranquila, o leite materno até então fornece tudo que eles precisam para crescer com saúde!
    Os bebês com fórmula, geralmente, no que vejo, se adaptam e aceitam mais rápido outros alimentos.
    Fonte: Revista Crescer

    Abaixo, confira algumas receitas de papinhas e comidinhas selecionadas especialmente pra você, mamãe vegetariana.

    Mas lembre-se, consulte sempre um pediatra!

    Papinhas

    Primeira Papinha
    Papinha do Dia-a-Dia
    Papinha de Beterraba, Salsa e Mandioquinha
    Papinha de Cenoura com Arroz
    Papinha de Alface com Batata
    Papinha de Cenoura, Batata e Chuchu
    Papinha de Espinafre, Abóbora e Cará
    Papinha de Cenoura, Salsão, Batata e Escarola
    Papinha de Inhame
    Papinha de Legumes

    Comidinhas e Lanches

    Purês Coloridos
    Cabelinho de Anjo
    Arroz, Feijão e Abóbora
    Arroz de Beterraba
    Bolinho de Arroz Cozido
    Ervilhas ao Leite
    Legumes ao Forno
    Nhoque de Espinafre
    Croquete de Arroz
    Delícia de Couve-Flor
    Barco de Legumes
    Batata, Cenoura, Inhame, Couve e Gema de Ovo
    Macarrão com Ervilhas
    Macarrão Arco-Íris
    Pastéis Dourados
    Purê de Acelga, Mandioquinha e Cenoura
    Purê de Batata, Cenoura e Lentilha com Ovo Mexido e Espinafre
    Purê de Inhame, Abóbora, Couve e Ervilha
    Purê de Legumes com Arroz e Caldo de Feijão
    Purê de Legumes com Cabelinho de Anjo
    Torta de Grão-de-Bico
    Sanduíche Borboleta
    Lanche Veggie

    Caldos e Sopas

    Sopa de Aveia
    Sopa de Feijão
    Sopa de Abóbora com Espinafre
    Sopa de Batata com Espinafre
    Sopa de Lentilhas
    Caldo de Mandioquinha
    Caldo de Feijão Carioquinha

    Mingaus

    Mingau de Aveia com Banana
    Mingau de Fubá
    Mingau de Maisena
    Mingau de Chocolate (o chocolate deve ser evitado o máximo possível na alimentação da criança, devendo ser oferecido, ao meu ver, pela primeira vez, somente a partir dos 2 anos e com muita moderação)

    Sobremesas

    Banana Amassada
    Banana com Manga
    Caqui com Pêra
    Maçã Raspada
    Mamão com Iogurte (Deve se introduzir leite e derivados somente após 1 ano, se a família tiver o hábito. Se não, não a necessidade de fazer uso destes alimentos)
    Papinha de Morango
    Papinha de Morango
    Papinha de Pêra
    Papinha de Maçã e Ameixa

    Sucos

    Suco de Laranja Lima
    Suco de Laranja e Beterraba
    Suco de Mamão Papaia
    Suco de Manga e Abacaxi

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    FONTE
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