segunda-feira, 4 de julho de 2011

O que é permitido e proibido durante a gravidez:

  • Álcool: Nos primeiros três meses, deve ser evitado completamente. Depois disso, pode ser consumido com moderação: uma taça de vinho esporadicamente não vai afetar o desenvolvimento do bebê. Mas lembre-se de que tudo o que você bebe será repartido com o feto, que leva duas vezes mais tempo para eliminar o álcool do organismo. Além das complicações obstétricas, como maior risco de aborto espontâneo, filhos de mães alcoólatras (que consomem pelo menos cinco doses de álcool por dia) podem sofrer da síndrome alcoólica fetal (SAF). Entre os sintomas da doença está a dificuldade de aprendizado da criança. 
  • Viagens de avião: A partir dos seis meses de gestação, o baixo nível de oxigênio das cabines pressurizadas pode desencadear o trabalho de parto. Mesmo para pequenas distâncias, consulte seu médico antes de viajar. 
  • CigarroProibido. Na primeira metade da gravidez, o cigarro aumenta as chances de aborto; na segunda, prejudica o crescimento (peso e altura). O fumo também pode provocar deslocamento prematuro ou posição inadequada da placenta (a chamada placenta prévia), aumentando o risco de hemorragias. A exposição do bebê às substâncias tóxicas do cigarro provoca aceleração cardíaca fetal e oxigenação insuficiente. Estudos mostram que filhos de fumantes são mais propensos a doenças respiratórias. 
  • Tintura de cabelo: Nos primeiros três meses, qualquer produto químico na corrente sanguínea pode ser prejudicial ao feto. As tinturas entram em contato com o couro cabeludo e devem ser evitadas. Após o primeiro trimestre, tinturas naturais, como henna, ou mesmo reflexos que não atinjam a pele são aceitáveis. 
  • Remédios: Toda e qualquer medicação deve ser aprovada previamente pelo obstetra, mesmo uma "inofensiva" aspirina. As bulas não são muito úteis, porque a maioria não recomenda o uso durante a gestação, mesmo quando se acredita que o produto seja da maior segurança. Lembre-se que ervas e chás medicinais, "naturais", podem fazer mal. 
  • Abdominais: Existem os exercícios específicos para gestantes, importantes porque fortalecem a região do abdômen, facilitando o trabalho de parto. Eles devem ser feitos sob a supervisão de um fisioterapeuta ou professor habilitado. 
  • Situações de risco: Evite qualquer situação que exponha o abdômen, como andar de motocicleta e frequentar aglomerações, especialmente a partir do quinto mês. 
  • Produtos dietéticos: Há uma corrente que recomenda o uso de adoçantes apenas à base de aspartame, mas o assunto é polêmico. Os naturais, como açúcar mascavo e mel, são mais saudáveis.
Pequenos problemas
  • Insônia Principalmente no último trimestre, a necessidade frequente de urinar não deixa a grávida em paz durante a noite. Tente relaxar. Use roupas de dormir leves, tome um banho quente antes de deitar, leia um livro ou assista televisão na cama. Não tome soníferos. Chá de camomila ou de flor de limeira ajudam a acalmar. 
  • Secreção vaginal: A secreção branca ou a transparente são normais e não requerem maiores cuidados. Se preferir, use absorventes para diminuir o desconforto. Já as de coloração amarela ou marrom devem ser notificadas ao médico, que solicitará exames para verificar suas causas. 
  • Mudanças na pele: A gravidez propicia surgimento de manchas vermelhas na pele, além de erupções cutâneas e coceiras (comuns nos últimos três meses). As manchas são normais e não requerem tratamento. Para tratar erupções cutâneas, abdique do sabonete -prefira um sabão em pó biodegradável. Vista roupas de algodão. No caso de coceiras, encha um tecido de musselina com um copo de aveia, amarre e use para se lavar durante o banho. 
  • Distúrbios nasais: Se o nariz estiver tampado, use soro fisiológico (o mesmo da lente de contato). Se estiver congestionado, não o assoe bruscamente -isso poderia causar o rompimento de vasos capilares, iniciando hemorragia ou lesionando o nariz. 
  • Flatulência: Respiração deficiente e alguns alimentos podem gerar acúmulo de gases no estômago. Evite comer frituras, leguminosas e cebola, e reeduque a respiração (tente respirar de forma consciente). 
  • Diarréia: Comum no final da gestação, quando o parto se aproxima. Beba bastante líquido (água e chás de ervas) e coma arroz integral, vegetais cozidos no vapor, iogurte natural e bananas maduras.  
  • Dor nas costas: Troque os saltos altos por sapatos baixos e confortáveis. Faça alongamento e use travesseiros macios. Durma em colchão firme. Procure manter o prumo centrado (a grávida tem a tendência de projetar os ombros para trás, na intenção de equilibrar o peso do abdômen). Ande e fique de pé mantendo sempre os pés paralelos. 
  • Dores abdomnais: Existem de todos os tipos e tamanhos na gravidez, mas raramente são sérias (convém informar o médico). Dores intensas ou contínuas exigem observação médica urgente. Reduza as atividades que requerem esforço (andar, ficar de pé) e evite subir escadas. Se praticar ioga, não faça posições que exijam separar e esticar as pernas. Banhos mornos podem aliviar a dor, e um travesseiro que sustente a parte superior das pernas é útil para deitar de lado.  
  • Estrias: No início da gravidez, podem aparecer nos seios, e no final, nas nádegas e no abdômen. Use óleo de germe de trigo ou de amêndoa desde o início ou tome um suplemento de vitamina E diariamente (aumenta a elasticidade). Aplicar óleo puro de vitamina E no local pode ajudar a reduzir as marcas. Uma receita fácil: misture óleo de germe de trigo, óleo de amêndoa e óleos essenciais de lavanda e tangerina. 
  • Dor de cabeça: Mudanças hormonais, deficiência de algum órgão, tensão, má postura ou infecções viróticas podem causar dor de cabeça. Uma solução prática é mergulhar uma toalha numa mistura de água fria com gotas de óleo de lavanda. Leve a toalha à testa e descanse no escuro. 
  • Tontura: Vertigem e escurecimento da visão são comuns quando a grávida se levanta repentinamente. A saída é levantar-se aos poucos, pondo as mãos sobre os dois joelhos e usando os braços como alavanca para impulsionar o resto do corpo. Se a sensação de tontura for muito intensa, deite-se e pratique alguns exercícios respiratórios antes de tentar se levantar novamente.
  • Inchaço: Um certo inchaço nos pés e nos tornozelos é normal, sobretudo no final da gravidez, mas pode ser bastante desconfortável. Para amenizar o problema, beba pelo menos dois litros de água por dia e tente:- Evite comidas muito salgadas, que podem causar retenção de fluidos.Sempre que possível, coloque os pés para cima (numa almofada grande ou num apoio).- Faça alguns exercícios leves. Caminhar ou nadar pode ajudar a aumentar a corrente sanguínea nos membros inferiores (mas lembre-se sempre de checar com seu médico se você pode começar a praticar um novo exercício).- Notifique o obstetra sobre o inchaço. Combinado com outros fatores, pode ser um sinal de que há algo errado (caso da toxemia gravítica, ou pressão muito alta).
Na maternidade
  • Anti-estresse: Quando estiver indo para a maternidade, coloque na mala uma bolinha de borracha (conhecidas como "bolas anti-estresse") para ficar apertando na hora das contrações. Uma bola de tênis velha (já macia) ou mesmo meio rolo de papel higiênico também servem. Se quiser "descontar" a dor no parceiro, aperte seu braço, e não suas mãos (pode machucar seus dedos). 
  • O pai: Há muitas coisas que o parceiro pode fazer antes dos momentos finais: massagear seus ombros e pés, ajudar a mudar de posição ou simplesmente conversar. Isso relaxa bastante. 
  • Seios: Pode parecer nonsense, mas brincar com os mamilos pode facilitar as contrações. O toque estimula a produção de oxitocina, um hormônio natural que é produzido durante o sexo e também durante as contrações. 
  • Alimentação: Não há regras rígidas sobre como se alimentar e ingerir líquidos na maternidade. Mas fazer as duas coisas com frequência, e aos pouquinhos, sempre funciona melhor.  
  • Cócoras: Agachar-se ou ficar de cócoras enquanto dá à luz pode ajudar a aumentar o diâmetro da pélvis de um a dois centímetros -o que faz uma grande diferença. 
  • Ombros: Os ombros do bebê podem ser deslocados durante o parto (normal). Preste sempre atenção às orientações do obstetra, já que ele pode precisar movimentar a criança para evitar que isso aconteça.  
  • Visitas: As visitas na maternidade devem ser rápidas. Quando for amamentar o bebê, peça para as visitas saírem do quarto. Nessa hora, é importante ficar a sós e não dispersar sua atenção.
O segundo bebê
  • Mulher Maravilha: Sua família pode achar que você não precisa de tantos cuidados e atenção, já que está passando pelo processo pela segunda vez. Portanto, dê algumas sugestões de como eles poderiam ajudá-la. 
  • Adaptação: Além de liberar tempo para que você se dedique à nova gravidez, deixar seu primeiro filho com outras pessoas fará com que ele se acostume a não ter sempre sua atenção exclusiva. Isso vai ser útil quando o segundo bebê chegar em casa. 
  • "Babá": Alguns meses antes do parto, decida quem vai cuidar de seu primeiro filho enquanto você estiver na maternidade, e certifique-se de que a pessoa estará disponível se o segundo bebê vier antecipadamente. 
  • Flashback: Aproveite para esclarecer todas as dúvidas que restaram de sua primeira gravidez com o obstetra. Também não descarte um novo curso pré-natal, para refrescar a memória, se achar necessário. 
  • Recuperação: Esteja preparada para a diferença na recuperação pós-parto do segundo filho. É sempre mais demorada do que a do primeiro. 
  • Rotina: Depois que o segundo filho nascer, e se o primeiro ainda for pequeno, trace uma rotina organizada, com horários fixos de alimentação de cada um. Assim você não ficará desesperada, sem saber a quem atender primeiro, se ambos, com fome, começarem a chorar ao mesmo tempo.

sábado, 2 de julho de 2011

O Pai e o Parto...

Então, este é assunto que para muitos homens hoje em dia é um problema! Muitos tem medo de ver a mulher sofrer, outros não querem correr o risco de desmaiar e atrapalhar, e já outros acham que isso não é coisa pra homem!! Se enganam redondamente, queridos!!! Vocês são PAIS deste serzinho, e devem participar em tudo!! Deixo uma matéria bem bacana para vocês se encorajarem!!


Desde a primeira ecografia, até ao nascimento do tão esperado recém-nascido, é necessária a presença e o acompanhamento do futuro pai.

O seu apoio é imprescindível...

Já passou o tempo em que o progenitor esperava impacientemente, caminhando de um lado para o outro, o chorar do recém-nascido. Actualmente, a maioria dos pais entra na sala de partos sem dúvidas e sem hesitações. O acompanhamento do pai, principalmente antes e durante o parto, é extremamente importante, a sua participação fará com que a futura mamã se sinta acompanhada.
O parto é um momento único e repleto de afetos, o simples ato de segurar a mão, a companhia, o reconforto que é prestado transmitem segurança à companheira, proporcionando inclusivamente uma melhor evolução no trabalho de parto. Todavia, existem algumas incompatibilidades com a presença do pai ou outras pessoas na sala de parto, principalmente quando é necessário recorrer a uma intervenção cirúrgica – Cesariana.No entanto desde que não haja uma situacao especilmente complicada o Pai assiste ao nascimento do bebe por cesariana

O estigma da sala de partos

Ao pensar no parto, alguns pais colocam imediatamente fora de questão a hipótese de poderem presenciar um dos mais belos momentos da nossa vida. Os relatos de experiências menos bem sucedidas são muito intensos, particularmente, na situação de perda dos sentidos, esta ideia, atormenta os futuros papas. “E se desmaio?” Na realidade, são poucos a quem isso sucede. Se efectivamente, o futuro pai deseja assistir ao parto, não se deve deixar influenciar por esse tipo de mito.
Contudo, se não manifestar vontade de assistir ao parto deve tentar falar com a futura mamã e tentar fazer-se entender argumentando as suas motivações. O facto de recear, de evitar presenciar o possível sofrimento tanto da futura mãe, como do recém-nascido é perfeitamente compreensível... São ativados instantaneamente e inconscientemente alguns mecanismos de defesa, aversão aos hospitais, falta de à-vontade, falta de sangue frio e falta de serenidade, são alguns mecanismos utilizados para não presenciar o parto.
Porém, esta opção não deve ser criticada e jamais o pai deverá ser marginalizado! O facto do pai não presenciar o nascimento do seu filho, não tem qualquer tipo de correlação com o desempenho das funções inerentes ao papel do pai. 



 A caminho da maternidade 

Manifestam-se os sinais de parto, as contracções iniciam-se, cada vez mais frequentes e regulares, verifica-se a perda do líquido amniótico... O futuro pai deve estar contactável ou localizável com total disponibilidade para responder de imediato.
O lema é permanecer o mais sereno possível, pois tem a responsabilidade de providenciar o transporte e acompanhar a futura mama à maternidade. Na Chegada, o pai pode ser muito útil, é necessário tratar do processo de admissão, e para tal, facilita ter preparado com antecedência os vários documentos e exames que se devem fazer acompanhar.
É também facilitador o facto de conhecer previamente a maternidade ou hospital, para depois da admissão ir rapidamente ao reencontro da companheira na sala de dilatação, onde poderá prestar a sua cooperação. Independentemente da entrada ou da presença na sala de partos, o acompanhamento permanente à sua companheira durante toda a gravidez é indiscutível. Atenção, Papai, prepare-se o melhor possível e proporcione um contribuição valiosa com nascimento do bebé que esta a caminho.

A preparação do futuro pai


Na sociedade em que vivemos verifica-se a participação do pai nas aulas de preparação para o parto, assim como, o acompanhamento à mãe no momento do parto. A participação no ato do nascimento, permite ao pai assumir o corte do cordão umbilical e assistir ao primeiro banho do recém-nascido.
Os cursos de preparação para o parto são ideais para aprender e praticar algumas técnicas com a futura mãe para enfrentar as dores e o parto. As aulas de preparação para o parto são extremamente relevantes, tanto para o pai como para a mãe. Estas aulas permitem envolver e ensinar o pai, a respirar em conjunto com a mãe, a segurar a sua cabeça durante as contrações e até a ajudar a empurrar.
O pai tem ainda a oportunidade de poder manifestar as suas dúvidas relativamente à gravidez e também adquirir conhecimentos para saber (compreender melhor) como e onde deve permanecer na sala de partos. O lugar mais aconselhável é, normalmente, à cabeceira da cama/ mesa de parto, posição que permite apoiar e animar a sua companheira nos piores momentos, praticar com ela os exercícios respiratórios apreendidos, umedecer os lábios com uma compressa de gaze embebida em água, e assim evitará visualizar aquilo que mais o poderá incomodar. 


A presença do pai na sala de partos deve ser uma mais valia e não um estorvo. Desta forma, é necessário ter consciência do local e contemplar possíveis situações de emergência.



O pai na sala de parto – controvérsias 

A abertura da sala de partos aos pais no decorrer das últimas décadas permitiu o contacto com uma realidade que até então lhes era praticamente inacessível. Todavia, nem todos os homens se sentem preparados para um momento destes, a ideia de ver nascer o filho pode desencadear eventualmente ansiedade e angústia.
A sua presença, aquando do momento do nascimento do bebé, tem sofrido inúmeras controvérsias. Será a presença do pai obrigatória? Impõe-se a sua presença dentro da sala de partos? A maioria das maternidades e hospitais admite a presença do pai durante o trabalho de parto e, hoje em dia, são poucos os pais que recusam assistir ao nascimento dos filhos. É fundamental o casal conversar sobre a presença do pai no momento do parto, uma vez que nem sempre a sua presença é desejada.
O pai deverá compreender a mulher que não deseja a sua presença e prefira a companhia de alguém que já passou pela mesma experiência. Da mesma forma, a mulher deverá tentar compreender a oposição do pai em estar presente aquando do parto, uma vez que pode ser extremamente penoso, ou tornar-se numa experiência traumática assistir ao sofrimento da sua companheira. É essencial respeitar a motivação de ambos.
O desentendimento relativamente a esta matéria não deve desapontar nenhum dos dois. O pai vive o nascimento do recém-nascido de forma emocional e orgulhosa. Sobretudo, pelo apoio emocional que transmite à mãe e pela partilha da própria experiência. 



Fonte: http://familia.sapo.pt/gravidez/parto/bebe_saude/850489-2.html

Coisas que quero ensinar ao meu filho!!

Texto maravilhoso retirado do site Potencial Gestante. Compartilho com vocês:

por luíza diener


Sabe quando você sai na rua e só se depara com gente mal educada? o sangue chega a ferver e a vontade é de mandar a pessoa pra todos aqueles lugares possíveis e imaginários, mas você simplesmente respira fundo e deixa passar batido?

Nessas horas a vontade que dá é de reeducar o mundo.
mas, como isso não é possível, eu penso que coloquei um homem neste planeta e posso ensiná-lo a ter a educação que muitos não têm.
Por isso, benjamin, quero que você aprenda essas lições básicas:
espere as pessoas saírem para você entrar
serve para elevadores, ônibus, ruas estreitas e tantas outras coisas.
dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. por isso, ele precisa ser esvaziado primeiro pra depois ser preenchido. não adianta você tentar entrar num elevador cheio de gente tentando sair. NÃO FAZ SENTIDO!
não faça xixi no meio da rua
se as mulheres (que são mijonas por natureza) sabem segurar até encontrar um banheiro, por que os homens não sabem? porque não foram educados para tal.
portanto, meu filho, aprenda não apenas isso, como a ter autocontrole.
e de quebra, limpe o xixi que respinga no vaso e abaixe a tampa. SEMPRE (só não ensino a fazer xixi sentado porque o marido não deixa).
quando chegar de carro a algum lugar, não buzine
especialmente se for em área residencial. o celular foi inventado bem antes de você nascer.
aliás, deixe a buzina pra situações de perigo. e mesmo assim, nada de pesar a mão nela como se não houvesse amanhã.
ouça música em volume moderado
mesmo que você se considere alguém de bom gosto (todo mundo se considera), ninguém é obrigado a ouvir suas músicas. se quiser escutar alguma coisa em uma altura de doer os órgãos, compre um fone de ouvido (serve pra tv também, tá?).
recolha seu lixo
não trata-se apenas daquele papelzinho que você joga no chão ao invés de jogar na lixeira. recolha a comida que você leva ao cinema e a sua bandeja na praça de alimentação. mesmo que tenha funcionários pagos para fazer o serviço, quem fez a bagunça foi você. a obrigação de recolher é sua.
lembre-se que toda vez que você deixa de fazer algo, sempre vai sobrar pra outra pessoa.
aja no mundo virtual como você agiria no mundo real
serve tanto para o que é bom quanto para o que é ruim. aprenda a encarar as coisas de frente e não se esconda atrás de uma tela quando a coisa apertar. gosta de uma menina? olhe no fundo dos seus olhos e fale.
quer terminar um namoro? nunca (eu disse NUNCA) faça isso por telefone, email ou sms.
eu não passei um bebê de mais de 3,6 kg pela minha vagina sem anestesia nenhuma pra ele crescer e virar um covarde.
não fume
nunca nem ponha um cigarro na boca. mas se isso vier a acontecer, lembre-se que essa é uma opção individual, não coletiva. se você quer fazer mal a alguém, faça somente a você mesmo.
não fume perto de outras pessoas.
mesmo que você more sozinho, não fume dentro do seu apartamento, a não ser que seja o último andar do prédio.
não fume no banheiro e muito menos na varanda. de um jeito ou de outro a fumaça vai chegar ao seu vizinho e empestear o lar dele.
por isso, meu filho, mais fácil é nem fumar.
todos são iguais
independente do cargo que a pessoa ocupa, de sua aparência, posição social, religião ou gosto. afinal, todo mundo é igual quando tudo termina com terra por cima e na horizontal .
até o tolo se passa por sábio se ficar calado
não finja que sabe alguma coisa que você desconhece. pior é sair falando pelos cotovelos e só dar mancada.
faça aos outros aquilo que gostaria que fizessem a você
minha mãe sempre me falou isso. acho que resume bem todo o resto.
leia sobre jesus
foi o cara mais fantástico que já pisou nesta terra.
você não é o único ser vivente do planeta
seis bilhões de pessoas já estavam aqui antes de você nascer. aprenda a respeitar o próximo, mesmo que você não goste dele.
você vai se desapontar
mesmo seguindo estes conselhos, você sempre vai se deparar sempre com pessoas que não pensam e muito menos se comportam desta maneira. você vai se estressar e se irritar com elas, mas depois passa. não desista!
estes com certeza não são os únicos conselhos que você irá receber, mas já dão pra começar, né?
Post feito a quatro mãos.
Fonte: http://potencialgestante.com.br/

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Como a maternidade tem o poder de cuidar de você também!

Texto retirado de um livro belíssimo, o qual encontrei num blog maravilhoso, que tem um conteúdo interessante e rico:  http://maternarconsciente.blogspot.com . Recomendo que visitem este blog! Segue o texto:

(do livro Criando filhos – para pais e mães de verdade, Steve e Shaaron Biddulph)

O normal é pensar que as crianças são as únicas a tirar proveito de toda essa trabalheira e que o ato de “dar” é como uma rua de mão única. A maternidade é, na verdade, uma rua de mão dupla de aprendizado e crescimento entre mães e filhos. Não é preciso passar horas a fio com uma criança para começar a sentir como se tivesse sido desmantelada e depois remontada; de fato, é exatamente isto que acontece. Aquelas fortes reações emocionais que, às vezes, você tem, aqueles sentimentos profundos e os momentos de confusão e tormento, tudo indica que você está mudando como pessoa e ajustando também sua história pessoal. Isso acontece de maneira bem espontânea. Enquanto seu filho passa pelos diversos estágios de crescimentos, também você vai reavaliar as necessidades e problemas que têm nesses estágios; é um procedimento natural, automático e acontece tanto para mães como para pais. Eis um exemplo: ao cuidar do bebê e atender às necessidades dele, também estará experimentando, por empatia, como é ser um bebê, como é ficar no colo e ser amado, agasalhado e alimentado, e ser consolado. As pessoas, em geral, sentem profunda satisfação interna quando dão amor a um bebê. Sem que se dêem conta, estão nutrindo a si mesmas ao mesmo tempo que aos filhos; se você não recebeu bastante cuidados quando era um bebê, é possível que sinta uma sensação de completude ao dar a seu filho os cuidados que gostaria de ter recebido.
O processo de revisitar a infância, enquanto acontece o seu desenvolvimento como mãe, pode evidentemente transformar-se em algo difícil e, nas horas em que se sentir triste e mesmo angustiada, é importante cuidar de si própria para ter condições de atender às necessidades do filho. A história a seguir é um exemplo típico do que acabei de falar.
Nos dias de hoje, muitas pessoas que não conheceram o próprio pai ou nunca tiveram intimidade com ele podem ter a felicidade de mudar esta atitude com os filhos; a maternidade pode ajudá-las a sarar as tristeza que lhes foram impostas por muitas gerações.

”Eu adorava meus dois filhos, mas achava difícil dar demonstração de carinho. Quando olhava outras mães abraçando e beijando os filhos bebês e mesmo os mais crescidinhos, sentia-me constrangida e tensa porque não conseguia agir assim com os meus. Um dia, quando voltava para casa depois de uma conversa com uma grande amiga, percebi que não conseguia me lembrar de ter sido abraçada e consolada por minha mãe; fiquei com os olhos cheios de lágrimas. Ao recordar a solidão da própria infância, comecei a sentir que estava ficando mais fácil aproximar-me de meus filhos e de meu marido. Nada aconteceu da noite para o dia e foi preciso coragem para ir quebrando as resistências até experimentar a terrível solidão pela qual havia passado. Aos poucos, fui me aproximando deles; nunca havia sentido tamanha felicidade. Como prêmio extra, as crianças estavam mais felizes, comportavam-se melhor e nosso casamento tomou o maior ímpeto.
 Margaret, 52”
 


A tendência de sentir o que o filho está experimentando, essa empatia pode funcionar como guia do que deverá fazer quando for preciso educar ou, até mesmo, impor disciplina. No meio de cacos de louça espalhados no chão da cozinha, quando encarar seu filho olho no olho, lembre-se da vergonha de ser pequeno e desajeitado e da humilhação de ser acusado por ser criança. Por conta dessa lembrança, talvez você seja mais bondosa e menos tendente a reagir além do razoável.
É possível que, quando criança, seus pais tenham perdido o controle e lhe dado surras violentas: e você se lembra exatamente do medo que sentiu. Consciente disso, tome a decisão inabalável de controlar-se quando estiver zangada; como conseqüência, as crianças vão se sentir seguras ao seu lado. Que resultado prazeiroso! E tudo porque conseguiu colocar-se na posição delas e lembrar-se do que aconteceu com você quando era criança.

Os 4 grandes mitos da dilatação no parto!

Muito bom o texto que tirei do blog da querida Adèle. Meninas confiram! E nos vídeos olhem sobre a cantora lírica que pariu gêmeos cantando! Lindo demais!

O que você não sabe sobre o colo do útero pode dificultar o seu parto.


O que é? Onde fica?
A maioria das mulheres não faz ideia do que é o colo do útero (cérvix), onde está localizado, sua função ou mesmo a sua aparência.


O colo do útero está aqui:
.

Visto debaixo é parecido com uma glande:


A primeira vez que ouvi sobre anatomia reprodutiva básica estava grávida de meu primeiro filho, e o única coisa que realmente aprendi sobre o colo do útero é que fica na parte inferior de meu útero (eu o imaginava como a abertura de um balão e meu útero era o balão que se expandiria), e que ele devia se dilatar de 0 a 10 centímetros no parto. Também devia tornar-se mais fino (apagar) e passar de uma consistência parecida com a ponta de meu nariz à da camada de pele que há entre os dedos índice e polegar, como se estivesse se derretendo. E que durante o parto era necessário que o colo do útero fosse examinado regularmente para ver se a dilatação progredia.



Mas isso foi tudo. Foi em minha formação como educadora pré-natal e doula quando descobri mais coisas sobre o cérvix. Coisas que mudaram para sempre meu foco no acompanhamento de mulheres durante o parto.


Mito sobre o cérvix número 1 : 10 é o número mágico.


Não, não é. Sabia que o colo do útero pode dilatar mais do que 10 centímetros? O que? Todas têm que dilatar tanto? Parece assustador! É assustador, não é mesmo?
Na verdade, não. Pelo menos não é mais assustador do que dilatar até 10. Dilatei bastante mais do de 10 centímetros em meu último parto, e a cabeça de meu bebê mediu 14,75 cm. Isto é, dilatei até quase 15 cm. E sobrevivi. Não doeu mais do que em meus outros partos nos quais dilatei só 10 cm. De modo que, só porque você dilatou 10 cm não significa necessariamente que esteja preparada para empurrar. Se você não sentir o impulso de empurrar aos 10 cm e alguém lhe ordenar que o faça, você forçará o colo do útero a se abrir “na contramão da sua vontade” e ele resultará machucado. Se você teve uma epidural prévia e não sentir este impulso, o risco de danos é ainda maior.


Mito sobre o cérvix número 2. O colo do útero dilata em uma forma perfeita de círculo.


O colo uterino não dilata como um círculo como é desenhado nas imagens que ensinam sobre a dilatação.Abre-se de trás para frente como uma elipse. A abertura encontra-se situada na parte de trás da vagina e durante o início da dilatação abre-se para frente. Em algum ponto do processo quase todas as mulheres têm uma borda anterior (que significa que a parte superior do cérvix não está totalmente dilatada) porque é a última parte que sobe sobre a cabeça do bebê. Que esta borda seja detectada ou não depende do momento em que se realize o toque vaginal. Perceber uma borda posterior é muito estranho porque essa parte do cérvix desaparece dantes, ou porque é difícil atingí-la com os dedos.


Mito sobre o cérvix número 3. Os toques vaginais não machucam o colo do útero nem dificultam a dilatação.


A parteira Carla Hartley em Ancient Art Midwifery o explica assim:
“O cérvix não deveria ser tocado, produz-se uma resposta inflamatória ao material estranho (as luvas) e à pressão, e uma resposta hormonal. Ao corpo pode ficar confuso ao, enquanto tenta esvaziar o útero, se faça uma interferência desde o colo do útero ao ser tocado e manipulado de uma maneira estranha para ele. Os TOQUES VAGINAIS NÃO SÃO FISIOLÓGICOS E SUPÕEM UMA INTERRUPÇÃO DO PROCESSO NATURAL DO PARTO.
E sobre empurrar… NÃO O FAÇA… o seu corpo sabe como expulsar um bebê sem a sua ajuda, é um reflexo. Nem sequer espere sentir vontade, só espere uma sensação do seu corpo tomando o controle absolutamente, expulsando o bebê como está DESENHADO para fazer.
Falou-se muito sobre o abuso verbal e digital no parto, e os toques vaginais são um exemplo de abuso digital.
As parteiras (e os obstetras e enfermeiras) que pensam que os toques vaginais são bons ou necessários não têm a formação suficiente ou não estão atualizados com os conhecimentos científicos que provam que o parto é mais seguro se não são realizadas essas intervenções. A maneira mais segura de atuar de uma parteira é com as mãos fora e a boca fechada.


Mito sobre o cérvix número 4. Seu colo uterino é diferente e está isolado de outras partes do corpo.


Ina May Gaskin, a mãe do partejo moderno tem acunhado um termo chamado “a lei do esfíncter”. Esta lei declara:
Os esfíncteres (incluindo o anal, cervical e vaginal) são os responsáveis por trazer a seu bebê ao mundo. Se os esfíncteres estão apertados, o parto não progredirá e você sentirá mais dor.


O que é exatamente a lei do esfíncter de Ina May?
1. O esfíncter anal, o cervical (o colo do útero) e o vaginal funcionam melhor em uma atmosfera de intimidade e privacidade. Por exemplo, um banheiro com fechadura ou um quarto onde as interrupções são improváveis ou impossíveis.


2. Estes esfíncteres não podem ser abertos à força nem respondem bem às ordens de empurrar e relaxar.


3. Quando o esfíncter está em processo de abertura, pode ser fechado repentinamente se a pessoa se altera, assusta, é humilhada ou consciente de si mesma. Por que? Os níveis altos de adrenalina na corrente sanguínea não favorecem (e muitas vezes impedem) a abertura de esfíncteres. Estes fatores inibidores são uma razão importante pela qual as mulheres nas sociedades tradicionais normalmente escolhem outras mulheres, exceto em circunstâncias extraordinárias, para acompanhá-las e auxiliá-las durante a dilatação e o parto.


4. O estado de relaxamento da boca e a mandíbula está diretamente relacionado à habilidade do cérvix, da vagina e do ânus para se abrirem completamente.

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