sábado, 25 de junho de 2011

Baby yoga traz benefícios para mães e bebês

foto do blog: www.ahoradobebe.blogspot.com
Amigas (os), hoje vou falar sobre algo que me encanta, e que só não pratico por não ter condições financeiras! A YOGA, mais precisamente a Baby Yoga. Achei uma matéria ótima sobre os benefícios para as mães e seus bebês. Só de ter a oportunidade de se exercitar como um Todo, corpo, mente, espirito, e ainda poder fazer isso estreitando os laços com seu bebê, é Divino!! Em Porto Alegre conheço e indico a Zezé, que também é Doula  ( zezedoula@gmail.com). As Gestantes que querem praticar uma atividade física diferente, digo que vocês não vão se arrepender!! Segue a matéria:

Por Michelle Achkar

Depois da popularização da prática milenar da ioga, agora, uma nova versão vem ganhando mais adeptos: a baby yoga. Trata-se de aulas na companhia de bebês. Não que eles sejam orientados a fazer os ássanas, mas, sim, ajudam as mamães na realização das posturas.

"As mães estão percebendo que podem fazer atividades junto com seus bebês, como exercícios ou ir ao cinema", afirmou Katia Barga, instrutora de ioga desde 2005 e que se interessou pela prática com bebês enquanto ainda estava grávida da filha, que hoje tem um ano e sete meses. 

Os benefícios são mútuos. Para as mães, ajuda na recuperação da boa forma no pós-parto, não apenas para restaurar a silhueta, mas também para fortalecer as costas, peito e períneo, além de trabalhar o realinhamento postural, proporcionar alívio de dores geradas pela amamentação e das tarefas diárias como a de carregar o bebê. 

A prática também ajuda a reduzir as tensões, auxilia no equilíbrio hormonal e mental, além de aprofundar o vínculo de mãe e bebê. "Nos bebês, previne as cólicas, ajuda a conquistar um sono mais profundo, estimula a flexibilidade natural, além do desenvolvimento psicomotor", afirmou Ana Paula Malagueta Gondim, professora há oito anos e instrutora de gestantes e de preparação para o parto, assim como no pós-parto com as mamães e bebês. 

Mesmos princípios
"Na Índia, berço da filosofia, já vem sendo praticado há milênios pelas famílias que seguem as rotinas do Ayurveda, como a shantala (massagem para bebês) e a ioga. É uma adaptação para uma necessidade e um público específico, como acontece no trabalho para gestantes, terceira idade ou deficientes visuais", afirmou Ana Paula. A diferença está no formato da prática e seu ritmo, mais livre e descontraído, mas não menos íntegro. As posturas são as mesmas, porém, integradas para que mãe e bebê pratiquem juntos. Assim como os mantras, os pranayamas (respirações) e todas as demais técnicas. 

É possível começar as aulas com bebês a partir de um mês, mas alguns profissionais recomendam esperar até os dois ou três meses, quando eles estiverem começando a ficar mais firmes. 

A vantagem de se iniciar as aulas com os filhotes bem jovens é que as mães vão se fortalecendo junto com os bebês. "Facilita em vez de começar a fazer os exercícios com uma criança mais pesada", disse Katia. 

Na verdade, quem vai dizer se está pronto para praticar ioga com a mamãe é o próprio bebê, que deve se divertir e sentir-se relaxado nas aulas. "A mãe deve ficar atenta se ele não fica estressado durante os exercícios", afirma a instrutora e especialista em medicina comportamental Thais Godoy, que indica ioga para bebês a partir dos três meses. 

E a prática pode ser feita até quando ele aceitar. "Não existe tempo certo, deve ser realizada enquanto a dupla funcionar bem", afirmou a instrutora. Para as mulheres, se o parto foi normal, a prática pode ser iniciada quando ela se sentir preparada, mas se foi por cesariana, é necessário aguardar pelo menos um mês. E não é necessário que a mãe tenha praticado ioga anteriormente. 

Choro na aulas
Se os bebês não querem fazer todos os movimentos com as mães, são liberados para ficar brincando e, aqueles que já engatinham ou andam, ficam livres para se divertir enquanto as mulheres se exercitam, num cenário diferente das aulas apenas com adultos. 

"O ritmo da prática é diferente e, muitas vezes, segue o ritmo do bebê. Se ele chora, indico que a mãe pare um pouco e veja do que ele precisa. E ela vai se acostumando a fazer as posturas com total concentração na ação realizada e ainda a ouvir atentamente as necessidades de seu filho, e isso é ioga. É atenção na ação, é aprender que a prática continua fora do tapetinho, durante 24 horas por dia. Por isso, digo que os choros, barulhos e brincadeiras não atrapalham em nada e sim são estímulos para fortalecer nossa concentração", disse Ana Paula. 

A prática é feita sempre entre mãe e bebê. Por isso, no caso de gêmeos, será necessário convocar a participação do pai ou de um acompanhante nas aulas.

Antes de iniciar a prática, é indicado checar a qualificação do profissional, que deve ter se especializado no trabalho com gestantes e pós-parto. Segundo Ana Paula, o ideal é fazer aulas uma ou duas vezes por semana, com duração de 30 minutos a uma hora cada. 

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Postagem Coletiva hoje: Para o bebê, o melhor leite é o da mãe!!

Meninas, hoje estou participando de uma postagem coletiva, sugerida pela Ligia Moreira Sena, no qual a ideia é passar informação sobre o leite materno e sua importância! Já que tinha muitas postagens abordadndo este assunto, vou postar uma pesquisa que saiu sobre o leite materno, que fala sobre os benefícios que o leite materno trás para os adolescentes. Ligia parabéns pela iniciativa!!  A imagem ao lado é de Silvia Falqueto. Segue a matéria:

Pesquisa mostra que leite materno é importante 

também na adolescência


O aleitamento é importante para os recém–nascidos, pois o leito materno fornece todos os nutrientes, anticorpos e enzimas necessários durante os primeiros meses de vida da criança.

Os benefícios da amamentação na infância já são conhecidos, tais como redução de doenças alérgicas, doenças infecciosas, prevenção de problemas digestivos, desnutrição, diabetes mellitus e obesidade, por exemplo. Mas relatos sugerem que a amamentação traz benefícios também na adolescência.
Pesquisadores europeus divulgaram um estudo associando o aleitamento durante os primeiros meses de vida a capacidade aeróbica e muscular de adolescentes. Segundo a pesquisa, adolescentes que foram amamentados nos primeiros meses de vida apresentaram maior força nos músculos da perna e apresentaram melhor desempenho no salto horizontal. Foram encontradas diferenças significativas de musculatura e capacidade aeróbica em adolescentes que foram amamentados em relação aos que não foram. "Até agora, nenhum estudo examinou a associação entre amamentação e aptidão muscular ", observou o pesquisador Artero Garcia, da Universidade de Granada. "Nosso objetivo foi analisar a relação entre a duração da amamentação de bebês e sua condição física na adolescência."
O estudo foi realizado através de entrevistas com mais de 2.567 pais, e realização de testes físicos com seus filhos adolescentes com a finalidade de avaliar a capacidade aeróbica e força muscular.
O artigo, publicado no Journal of Nutrition, mostra que adolescentes amamentados na infância tem músculos das pernas mais fortes do que aqueles que não foram amamentados. A força muscular foi maior entre aqueles que foram amamentados por um maior período de tempo. O melhor desempenho no salto horizontal, independente de fatores como quantidade de massa gorda e de músculo ou altura do adolescente, também foi associado ao aleitamento materno. "Os resultados sugerem ainda efeitos benéficos e apoio ao aleitamento materno como superior a qualquer outro tipo de alimentação", disse Artero. "Se todas as crianças fossem amamentadas exclusivamente a partir de seu nascimento com leite materno, seria possível poupar cerca de 1,5 milhões de vidas."
Não só as crianças são beneficiadas, mas as mães também são, pois o aleitamento reduz as chances de desenvolvimento de câncer de mama e de ovário, de desenvolver a síndrome metabólica, protege contra a osteoporose, estimula a produção de hormônios que auxiliam na contração uterina e evita o sangramento excessivo, e protege contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Além de todas estas vantagens aleitamento materno aumenta o vínculo emocional entre a mãe e a criança tornando ambos menos ansiosos.
Fonte: http://www.jornalciencia.com/index.php?option=com_content&view=article&id=535%3Apesquisa-mostra-que-leite-materno-e-importante-tambem-na-adolescencia&catid=123%3Acorpo&Itemid=504

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Olá Dr. obstetra, quer sair da Matrix? Nós temos a pílula vermelha!

Gente, simplesmente fantástico este texto, a comparação de Matrix é incrível. O queridíssimo Dr. Ric Jones gosta de fazer este tipo de comparação, com todos nós. Parece que estamos envolvido, presos na Matrix, muitos sem perceber ou até acomodados com esta situação. Já outros, assim como Neo, que mesmo não sabendo o que iria enfrentar, decidiu tomar a pílula vermelha, e enfrentar a realidade! Como o Dr. Ric Jones mesmo fala em seu Livro, Memórias de um Homem de Vidro (leiam é fantástico), o caminho da humanização do nascimento, é um caminho sem volta! Não tem como depois de você sair da Matrix, e ver a realidade, querer voltar para a fantasia. Leiam o texto...
Há um mês começamos reuniões do movimento pela humanização do parto com grupos de profissionais e ativistas para discutir o modelo de assistência obstétrica em Sorocaba.

Da nossa primeira reunião, saíram algumas estratégias e concluímos que é necessário sim trabalhar as mulheres, para que elas tomem as rédeas de sua gestação e parto, e sejam protagonistas de sua história, mas que precisamos também ter um suporte em hospital para as mulheres que não querem ou não podem pagar um parto domiciliar.
Por isso, através das obstetrizes que fazem parte do nosso grupo, convidamos obstetras e residentes de obstetrícia para participarem de um bate-papo e apresentar nosso grupo e nossa proposta de um modelo de assistência diferenciado.
Este bate-papo aconteceu na ultima quarta-feira, dia 08 de junho às 19:00.
No bate papo um obstetra e duas residentes  como convidados foram recebidos pelo nosso grupo (duas obstetrizes, uma parteira, uma doula, uma fonoaudióloga especialista em amamentação, duas mães que pariram naturalmente e um querido neonatologista). Contávamos com a presença de uma querida obstetra mas um bebê deu o ar da graça e ela teve que acompanhar uma paciente.
Me senti como se estivessemos no filme Matrix. Aliás, já escrevi aqui sobre a Matrix Obstétrica. E me senti como se oferecessemos a pílula vermelha a esses profissionais, que aprenderam um modelo de assistência obstétrica que os prepara apenas para emergências e para tomar decisões em momento de intercorrências. Um modelo de assistência repleto de intervenções e que não leva em consideração a fisiologia do parto e do binômio mãe-bebê.
Partindo do princípio que uma gestação normal não é doença, um parto deveria acontecer naturalmente e sem intercorrências, o que não justifica protocolos de emergência com todas as pacientes, que ao serem internadas recebem todo um pacote de intervenções desnecessárias. Invervenções essas, que apenas aumentam os riscos de complicações. Intervenções que muitas vezes são não recomendadas, e que muitas vezes são até mesmo proibidas (como a Manobra de Kristeller) pelos órgãos que regulamentam a saúde pública em nosso país.
Quando Morpheus entregou as duas pílulas para Neo, qual a escolha Neo teve que fazer? Ele estava diante de dois caminhos: o do conhecimento da realidade, da verdade (em relação ao parto, o caminho das evidências científicas), representado pela pílula vermelha ou o caminho da ilusão, da ignorância (neste caso, o caminho dos protocolos intervencionistas descabidos), representado pela pílula azul.
 E foi exatamente isso o que apresentamos aos nossos convidados. A possibilidade de descobrir um novo modelo de assistência às gestantes, modelo esse que é recomendado pelo Ministério da Saúde e pela Organização Mundial da Saúde e que é praticado em muitos países da Europa e América do Norte e em algumas cidades do Brasil.
 Diferentemente do filme em que Neo, o convidado, é obrigado a se decidir entre a pílula vermelha e a  pílula azul no mesmo momento, nossos convidados saíram da reunião com informação e ciência de que é possível fazer diferente. De que há mulheres que desejam ter um parto diferente, natural e humanizado. De que há mulheres que saíram da Matrix e hoje são protagonistas de sua feminilidade. Saíram da reunião com um mundo de possibilidades à frente.
Fonte: http://mulheresempoderadas.wordpress.com/2011/06/10/ola-dr-obstetra-quer-sair-da-matrix-nos-temos-a-pilula-vermelha/

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Amor Maternal

Habiba e Almas estão juntas!!! GRAÇAS À DEUS!! O sofrimento acabou!! Alma, que tem mais que 1 ano, tinha sido separada de sua mãe Habiba, na Espanha, simplesmente por amamentar sua filha!! Já publiquei aqui a história delas. Leiam em Amor Maternal

terça-feira, 21 de junho de 2011

Creches amigas da Amamentação!

Pessoal, este é um assunto importantíssimos.Já trabalhei em creches e não se tinha uma politica de amamentação, ou pior ainda, interesse em apoiar a amamentação. Não se esclareceu ou, "se esclareceu" daquela forma, entendem, que a mãe pode continuar amamentando, mas é difícil e tal. Não é difícil não, dá um certo trabalho no começo, mas assim que mãe e instituição, se acostumam tudo flui com tranquilidade. Eu pessoalmente acho "o fim", as creches, nos dias de hoje não se adequarem a amentação dos pequenos, afinal, a escola quer o melhor para as crianças ou não?? Segue aqui um texto muito interessante!

Todas as creches deveriam:
1 - Explicitar em sua Política Pedagógica a promoção, proteção e apoio à amamentação, e fazer com que todo os trabalhadores – docentes ou não tenham conhecimento e pratiquem estas ações.

2 - Capacitar todos os funcionários (professores e pessoal de apoio) da creche para que possam implementar esta iniciativa.
   
3 - Informar as famílias, principalmente as gestantes e nutrizes da comunidade os benefícios da amamentação exclusiva e os malefícios dos leites artificiais, mamadeiras e chupetas, respeitando a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras.

4 - Apoiar as mães que precisam voltar ao trabalho e desejam continuar amamentando. Informar sobre as técnicas de ordenha da mama, transporte e conservação do leite materno.

5 - Disponibilizar para as mães, um espaço físico agradável (sala de amamentação e expressão manual) e um clima acolhedor para que possam amamentar seus bebês antes de deixá-los e ao vir buscá-los.

6 - Promover a amamentação exclusiva tão próximo possível do ideal (6 meses) e continuada (até 2 anos ou mais), e apoiar a introdução adequada de alimentos complementares (sucos e papas de frutas e papas de legumes).

7 - Realizar atividades de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, junto às crianças, seus pais e comunidade. Por ex. nas Semanas Mundiais de Amamentação.

8 - Fomentar o estabelecimento de grupos de apoio à amamentação, procurando possibilitar encontros entre nutrizes com a assessoria de pessoal capacitado em aleitamento.

9 - Ajudar as nutrizes a superarem as dificuldades que puderem surgir nesta fase de volta ao trabalho, incluindo a informação sobre os direitos da mulher e as licenças trabalhistas.

10 - Respeitar e defender o direito da mulher de amamentar, e sua criança ser amamentada, com tudo que isto implica de apoio à família.
Modificado e adaptado à realidade brasileira pelo
Prof. Marcus Renato de Carvalho do documento:
Iniciativa Jardines Maternales Amigos de la Madre y el Niño
elaborarado pela
 Lic. Maria Antonia Bonet Coll – mbonet@sinectis.com.ar

Retirado de :http://www.aleitamento.com/a_artigos.asp?id=1&id_artigo=2526&id_subcategoria=2

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quanto custa ter uma Doula?

Dando uma passeada pelo google, achei este post da Rê que é Fisioterapeuta e Doula, em São Paulo. Achei muito lindo o que foi escrito, e se eu tivesse lido este texto antes, com certeza teria encontrado e contratado uma Doula!!! Como mulher e mãe, peço a vocês mulheres e futuras mães, que não se privem de ter o acompanhamento desta mulher tão especial, a Doula. Não estou "puxando brasa pro meu assado" meninas! É que sei bem como não é ter alguém preparada para te guiar neste turbilhão que é o TP!! Segue o post que tirei do site da Rê, que pegou da Cintia, que pegou da Ingrid, heheehe.

Eu sempre falo que a pergunta deve ser outra, quanto custa não ter uma. E custa muito.

Pode custar o desespero nas últimas semanas da gestação, o sentimento da falta de apoio. Lembrem-se, gravidíssimas são emotivas por excelência - e ser taxada de aberração por desejar o natural é cruel.

Pode faltar o apoio simples para trocar o médico cesarista. Pode faltar alguém que didaticamente lhe ajude com os medos específicos do parto, um ombro amigo que não vai tentar lhe convencer que o corpo é defeituoso.

Pode custar uma ida precipitada à maternidade, que invariavelmente recairá numa série de intervenções - dolorosas, humilhantes e desnecessárias.

Pode faltar em TP alguém experiente, e que possibilite ao pai curtir o momento sem se preocupar em ser responsável. Pode faltar alguém com lide suficiente para lhe lembrar de comer e beber. Alguma sugestão de respiração, massagens, posições e exercícios nas contrações e expulsivo. Pode faltar alguém para lhe dar um ânimo de confiança.

Pode faltar alguém com tato e confiança na amamentação.

As doulas tem a inteligência emocional desenvolvida: sabem o que falar e como, no momento mais vulnerável de nossas vidas. Dão a segurança para que os papais possam curtir o momento sem pressões. É um bicho multi-uso: ajuda a vencer os medos da gravidez, serve de ombro amigo, ajuda a compreender os processos próprios do parto, cronometra contrações, atende o celular, prepara algo para comer. Sugere posições para alívio de dor e também para acelerar algum ponto. Um guia do desconhecido. Diminui estatisticamente as necessidades de analgesia, fórceps e cesáreas - vai menosprezar isso?

E o dinheiro? É pouco. Com certeza, dá-se sempre um jeito de pagar. Não é absolutamente tão caro quanto você imagina, e valeria a pena mesmo que custasse o quádruplo. Passe nesse meu post sobre enxoval e reveja seus conceitos do que é realmente importante. Se você colocar no papel quanto custariam os desdobramentos de uma cesárea e uma amamentação falida, dá muito e MUITO mais do que o custo da doula - sem contar no aspecto psicológico de viver a experiência mais marcante de uma mulher com plenitude.

A pergunta é: posso não ter doula e ter um belíssimo parto natural? Claro que pode, é tudo uma questão de respeito e conhecimento. Ter doula durante o TP é uma escolha - por exemplo numa casa de parto boa com acompanhante carinhoso ou domiciliar com certas parteiras. Agora num hospitalar, ainda mais no Brasil, acho totalmente improvável - não recomendo em hipótese alguma. Sou da opinião que se vc acha que está em 'dúvida' se quererá uma doula, pegue. Nunca vi nenhuma se arrependendo de ter.

Não caia na besteira de achar que acompanhante fará esse papel: o mais normal é tal pessoa não querer que a parturiente 'sofra', ficam com pena, ou simplesmente se apavoram com o parto. Não é por mal, simplesmente é a falta da segurança e experiência.

Agora, mais importante do que ter doula durante o parto é o apoio de casais grávidos, grupos de mães que amamentam. São de vital importância.

Como está a relação entre pais e filhos atualmente?

Como está a relação entre pais e filhos atualmente?

Entrevista realizada com O Dr. José Martins Filho, Professor Titular de Pediatria da UNICAMP. Ela fala o que venho dizendo...não basta ser pai e mãe, tem que participar!!!

Entre em contato

me contate:
fone (51) 84236468
e-mail: anadoulaenutri@hotmail.com
Comunidade para gestantes e mães de Gravataí e Região Metropolitana: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=114009725

TIRE SUAS DÚVIDAS!!!

sábado, 18 de junho de 2011

1° Encontro do Grupo Luz da Vida...

Sim, aconteceu, mesmo com 1 pessoa só,  e a família, que me prestigiou e vem reconhecendo a importância de um parir e nascer, tranquilos e, com respeito! Conversamos sobre a forma que cada um nasceu, sobre o nascer antigamente, sobre os hospitais e suas maquinas, sobre intervenções desnecessárias na mãe e no bebê! Foi proveitoso, apesar de poucos comparecerem. Sim o encontro vai acontecer mês que vem, não tenho lugar e data definidos, mas assim que tiver posto em Encontros Gratuitos, no blog mesmo.



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Carinho, apoio e cuidado.: Participe da nossa pesquisa !

Carinho, apoio e cuidado.: Participe da nossa pesquisa !: "Eu e minha amiga Doula Aline Amorim estamos fazendo uma pesquisa e contamos com a sua colaboração. Se puder nos ajudar divulgando, ficaremo..."

Mulherada!! Respondam a pesquisa!!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

MundoBrasileiro