sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Mitos e verdades sobre a alimentação vegetariana

Muito interessante esta matéria da revista época! Quem quiser se informar mais sobre vegetarianismo leia: 
google
POR CRISTIANE SENNA

A alimentação vegetariana gera muitas dúvidas em relação à saúde. Uns dizem ser prejudicial devido à falta de proteína e ferro, outros acreditam que o estilo de vida é mais saudável e evita algumas doenças. Pensando nisso, ÉPOCA Online conversou com Eric Slywitch, médico coordenador do departamento científico da Sociedade Vegetariana Brasileira, e George Guimarães, nutricionista especializado em vegetarianismo. Confira os principais mitos e verdades.
O que um vegetariano come?
O vegetariano come tudo o que qualquer pessoa come, exceto as carnes. No entanto, há formas diferentes de adotar a dieta vegetariana, utilizando-se ou não os derivados animais, como ovos, queijos e leite. Assim, além da possibilidade de utilizar os derivados animais citados acima, um vegetariano tem todo o reino vegetal para utilizar como alimento: cereais, leguminosas, oleaginosas, vegetais amiláceos, legumes, verduras e frutas.
A dieta vegetariana pode trazer algum risco à saúde?
Quando bem planejada, a dieta vegetariana é viável em qualquer fase da vida. Já dietas onívoras estão mais sujeitas às doenças do excesso alimentar. Já a dieta vegana exige um cuidado maior com relação ao cálcio e vitamina B12. A partir do terceiro ano de veganismo, é necessário uma suplementação de vitamina B12, pois não existe a ingestão da vitamina.
Mulheres vegetarianas têm uma gestação normal?
Os estudos que acompanharam mulheres vegetarianas com uma dieta variada e equilibrada demonstram que o desenvolvimento do feto é normal e totalmente adequado. É importante, por prevenção, a suplementação a vitamina B12 e Ômega 3, já que auxiliam na formação do sistema nervoso do feto.
Crianças precisam de carne para se desenvolver normalmente?
Não há nenhum componente presente na carne que não seja encontrado nos outros alimentos utilizados pelos vegetarianos, portanto, não. Os estudos que encontraram crescimento inadequado foram realizados com crianças submetidas a dietas extremamente restritas, como nas macrobióticas. A dieta vegetariana (inclusive sem ovos, queijo e leite), bem planejada, promove crescimento e desenvolvimento normais.
Vegetarianos podem praticar esportes regularmente?
Claro! Uma alimentação que fornece todos os nutrientes essenciais, como é a vegetariana, não traz nenhuma limitação à prática de atividades físicas, muito pelo contrário. Alguns atletas famosos e medalhistas olímpicos, como Carl Lewis e o pugilista brasileiro Éder Jofre, são vegetarianos.
A dieta vegetariana previne o câncer?
O estilo de vida vegetariano está associado às principais medidas que reduzem o surgimento do câncer, como menor consumo de álcool, menor incidência de tabagismo, maior prática de atividades físicas, menor prevalência de obesidade, maior consumo de frutas e vegetais, cereais integrais, assim como maior consumo de vitaminas antioxidantes, como vitamina C, E, carotenóides e alimentos funcionais. Devido a isso, nenhum estudo científico comparando onívoros com vegetarianos encontrou maior incidência de câncer em populações vegetarianas. Ao mesmo tempo, diversos estudos demonstram menor incidência de diversos tipos de câncer em populações vegetarianas, principalmente de cólon e próstata.
O vegetariano tem menos chances de sofrer doenças cardiovasculares?
Sim! Não há mais dúvidas com relação a isso. Os resultados dos estudos são unânimes nessa constatação. Devido a isso, a American Heart Association recomenda a dieta vegetariana.
É necessário fazer suplementação de vitaminas, minerais, ao se tornar vegetariano ?
O único nutriente que necessita ser suplementado na dieta vegetariana é a vitamina B12, mas apenas quando o indivíduo não utiliza ovos, leite e derivados. Todos os demais nutrientes, inclusive as proteínas e o ferro, são obtidos com facilidade na dieta vegetariana.
ESPORTES O grande pugilista brasileiro Éder Jofre é vegetariano
Vegetarianos não obtêm proteínas suficientes?
Não há motivo algum para se preocupar com as proteínas na dieta vegetariana. A preocupação teórica criada pela nutrição científica antiga não se sustentou ao observar as populações vegetarianas. Todos os estudos demonstram que os vegetarianos ultrapassam tranqüilamente as necessidades protéicas, mesmo quando todos os derivados animais são retirados do cardápio. Para atingir as necessidades protéicas, basta atingir as necessidades calóricas diárias, com ênfase numa dieta baseada em grãos. A dieta brasileira é excelente nesse sentido. A combinação de arroz com feijão fornece uma composição de aminoácidos, que são os formadores das proteínas, considerada excelente.
Vegetarianos têm problemas com a falta de ferro?
Não. O que ocorre é que o ferro de origem vegetal é mais sensível aos fatores que estimulam e inibem a sua absorção. Os vegetarianos têm a mesma prevalência de anemia por falta de ferro do que os não vegetarianos. A dieta vegetariana, ao contrário do que muitos pensam, não é pobre em ferro e, aliás, costuma ser mais rica nesse mineral do que a onívora. Por outro lado, a ingestão de vitamina C, que promove a absorção do ferro vegetal, costuma ser duas vezes maior do que a de onívoros. Deve-se evitar a utilização de quaisquer tipos de chá, mas principalmente o chá preto, junto com as refeições, pois ele inibe a absorção de ferro. Os grãos de cereais integrais, assim como os feijões, devem ser deixados de molho na água por pelo menos 12 horas, para que o seu teor de ácido fítico seja reduzido. Esse ácido reduz a absorção do ferro ingerido.
Mito culinário do vegetarianismo
É interessante esclarecer que a dieta vegetariana, apesar de limitar a ingestão de determinados alimentos e parecer restritiva, faz com que as pessoas consumam uma variedade maior de alimentos. Em uma dieta onívora, o prato principal é sempre um tipo de carne, seja ela assada, grelhada ou cozinha. Quando uma pessoa se torna vegetariana, o acompanhamento de uma dieta onívora vira o prato principal, como uma lasanha de carne de soja, um ensopado de glúten ou um prato com grão-de-bico. A partir do contato com diversas cozinhas, como a indiana e a mediterrânea, pode-se dizer que a vegetariana é mais saborosa, mais variada e o mais importante: é mais saudável e ética.




FONTE

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Para driblar intervenções médicas, mães optam por parto domiciliar

Este vídeo mostra o parto domiciliar de um casal lindo. Um parto belíssimo e poderoso! Mas tenho que fazer sérias criticas ao Dr. Drauzio Varella, um profissional que admiro por muitos motivos. Não vou nem me pronunciar sobre o que o Conselho Medico falou, porque é o mesmo "mimimi" de sempre, terminando em uma frase ditatorial "não aconselhamos, porque não" , sem embasamento, sem evidência qualquer sobre parto domiciliar.
Dr. Drauzio Varella, não são "estas pessoas que inventam isso", são profissionais, muitos com PhD, especialistas em parto domiciliar, que dão esta assitência com todos os equipamentos necessários para garantir um atendimento de emergência se necessário( não só "um paninho e um ramo de ervas", como diz a obstetriz Ana Cristina Duarte) que defendem a escolha da mulher por parir em casa, se ela assim o quiser e se ela for gestante de baixo risco, ok?! Eles não falam da boca para fora, eles estão respaldados por evidências Dr. Drauzio, evidência...eles continuam lendo, estudando e se ATUALIZANDO!!! Palavra essa, que creio eu, muitos médicos não conhecem hoje em dia, de qualquer área da saúde a não ser os acadêmicos ou recém formados. Leiam o documento da OMS, estudem!
Estuda Dr. Drauzio, Estuda!!

domingo, 25 de novembro de 2012

VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA - A voz das brasileiras

As minhas histórias de cesárea e de parto A"normal" contadas por muitas mulheres que sofreram violência obstétrica, terrorismo puro.... Assistam, assistam, divulguem, comentem!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Meu anjo subiu ao Céu...

... Bem gente, passando por aqui rapidamente para dar uma notícia muito triste para nós aqui em casa...Há algumas semanas atras anunciei para vocês que estava grávida...de como queríamos este bebê, e que nada importava para nós a não ser a felicidade dos nossos filhos.... Infelizmente há 2 semanas tive um sangramento que durou 5 dias, e mesmo repousando o máximo possível acabei tendo um aborto, o qual descobri ontem através de uma ecografia transvaginal, justamente para ver se estava tudo bem. A médica obstetra que fez o exame disse que se eu não mencionasse que estava grávida não daria para notar qualquer alteração...Dói demais perder um filho...mas dói mais ainda ver meus dois filhos perderem o irmão que tanto desejavam...ontem foi um dia de muitas lágrimas...hoje estamos aceitando e deixando nas mãos de Deus! Ele sabe o que faz...
Temos Fé que tudo vai se ajeitar e confiamos Nele. Agradeço à todos pelas palavras de carinho e apoio, vocês são especiais, e tenho certeza que quando for a hora vamos anunciar nossa 4ª gestação, que irá nos trazer mais um anjo para nos encher de AMOR!



terça-feira, 23 de outubro de 2012

O apoio da família durante a amamentação

Gostei bastante da matéria da Crescer, é curta e grossa. A mãe precisa de APOIO, não de palpiteiros que dão conselhos errados. Pior de tudo é que muitas vezes as mães, sogras, avós e em alguns casos o marido mesmo, boicotam a amamentação. Indiretamente, ou inconscientemente alegando que aquela mulher é incapaz de cuidar e alimentar sua criança.
Eu amamentei meus 2 filhos, mas para que tivéssemos sucesso na amamentação, tive apoio da minha mãe e do meu marido. 
Sofia e eu, primeiro dia de muito tetão!
Leia a matéria:

É imprescindível que você se sinta acolhida e apoiada por seus parentes e amigos

Nesta fase, é preciso ter pessoas solícitas que não façam cobranças ou comparações e entendam que nesse momento você deve ficar disponível aos horários e exigências do bebê. Quanto mais responsabilidades você delegar à empregada e aos parentes, mais tempo terá para se dedicar ao seu filho. Se tiver de pensar no cardápio da semana, fazer compras, cuidar do sofá manchado ou se as roupas do bebê secaram, não terá tempo nem paciência para lidar com o processo de amamentação. Peça ajuda e deixe os outros fazerem algumas coisas por você e poupe-se um pouco para o que só compete a uma mãe, que é amamentar. 
Você terá de ficar disponível para os chamados do seu filho, mas procure também se distrair. Quando ele dormir, vá para a cama junto ou use esse tempo para correr até a manicure ou ler um pouco. Assim que o pediatra liberar o bebê para sair de casa, aproveite para passear e leve-o junto, nem que seja até a casa dos avós ou da sua melhor amiga. Isso vai ajudá-la a desestressar. 

E aproveite o seu companheiro, ele pode ajudar mais do que você imagina. Um estudo americano chegou à conclusão de que o apoio do companheiro pode ser até mais útil para a mulher do que a ajuda profissional. Pediatras americanos constataram também que mulheres cujos maridos tiveram uma aula de 40 minutos sobre como lidar com os problemas mais comuns da amamentação tiveram 67% mais chances de amamentar seus bebês por mais tempo.

Não escute tanto os palpites 
Prepare-se para ouvir dicas de todo mundo. As frases mais comuns são: "Seu leite é fraco", "Ele está com fome", "Acho melhor você começar com os complementos", "Passe logo para a mamadeira, é muito mais fácil". Diante desse bombardeio, a dica é não dar ouvidos. Acredite: segundo os especialistas, palpites errados são uns dos principais fatores responsáveis pelo desmame precoce.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Visitas na maternidade: o jeito certo de se comportar



O nascimento exige protocolos que vão além das lembrancinhas e presentes. Bom senso e respeito são as palavras de ordem. Se você está prestes a ganhar um bebê, que tal enviar esta reportagem, “despretensiosamente”, aos seus familiares?
Seja breve! Essa é a recomendação mais básica para os visitantes. Vale lembrar que o bom senso prega não visitar nenhuma família de recém- nascido se estiver com febre, resfriado, doença respiratória ou contagiosa. E, acrescenta-se nesta listinha: não levar crianças menores agitadas, daquelas que correm e gritam pelos corredores da maternidade.

Bem, essas dicas soam óbvias demais, mas especialistas garantem que elas ainda são muito valiosas. Sim, há muitas pessoas que não se preocupam com o tempo de permanência e, na ânsia por conhecer o bebê, esquecem-se dos malefícios daquele resfriadinho, tão comum nos dias de hoje.

Num país como Brasil, onde tudo acaba em festa, o nascimento muitas vezes entra na tradição cultural para tudo começar, também, em uma grande festa. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de pensar em quem convidar, logo no pós-parto. Ser breve, por exemplo, pode ser impensável para amigos muito calorosos, alegres e acostumados aos velhos cafezinhos do interior, onde os filhos nasciam em casa.

A pediatra Clery Bernardi Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana, esclarece que ser breve significa ficar no máximo 15 minutos dentro da maternidade. E, detalhe, caso haja alguma intervenção da equipe médica, a orientação é se retirar do quarto. “Esse período é de recuperação do parto. Os informes médicos são importantes e a presença de uma visita pode dispersar a atenção da mãe. É preferível a pessoa se ausentar do e, na saída do profissional, despedir-se da família”, recomenda Dra. Clery.

Preparando as visitas
É válido dedicar um tempinho para descobrir como a nova família deseja ser recebida. E, para os novos papais, mesmo que desejem festejar, vale pensar na seleção e quantidade dos convidados. Lembre-se: a maternidade é um lugar para a recuperação. Portanto, para poucos e com bom senso.

Pessoas com as quais a mãe tem mais intimidade e liberdade para dizer, por exemplo, que tem sono e precisa dormir são sempre bem-vindas à maternidade. Já colegas de trabalho e parentes mais distantes podem conhecer o bebê pela internet e visitar a família somente após o primeiro mês de rotina em casa, aconselha a doula Ana Paula Garbulho, que atende vários casais grávidos no curso de Cuidados com Bebê e Pós-parto, que ela ministra na cidade de São Paulo.

Ela conta que não conheceu nenhum casal que tivesse o desejo de receber todo mundo na maternidade. O desafio é sempre inverso: como comunicar à família, amigos e colegas que a mãe e o bebê precisam de repouso?

“Eu sempre jogo essa responsabilidade nas costas do pai, que geralmente entende seu papel de proteger a nova família dos parentes, amigos e colegas mais distantes ou inconvenientes”, responde Ana Paula. Já para aqueles mais incompreensivos, a doula indica usar a recomendação médica como justificativa para evitar a visita. “Ninguém vai ficar com raiva do médico”, brinca. Outra sugestão é enviar um email aos colegas de trabalho, amigos e parentes com a foto do bebê e um recadinho de que a família estará com as portas abertas para receber a todos, depois do primeiro mês de vida em casa.

Palpites e Amamentação
Prepare-se! As opiniões indesejadas virão de todos os lados. Mas, elas podem e precisam ser filtradas “Digo sempre que palpites não são pedidos, mas oferecidos de graça. É importante a mãe fazer uma seleção daquilo que lhe faz bem e descartar aquilo que lhe é destrutivo”, ensina a doula.

A pediatra do Hospital e Maternidade Santa Joana diz que parentes mais próximos, como mãe e sogra, devem esclarecer suas dúvidas ou sugestões com a equipe médica, no interior do quarto, na frente da família, antes de recomendar suas vivências. Ana Paula ressalta que uma boa maneira de ajudar é respeitar o aprendizado da nova mãe.

“Cada um tem seu momento de criar o filho e o aprendizado deve ser natural. Cada mulher precisa descobrir pela própria experiência qual vai ser o jeito de amamentar, trocar, brincar e me comunicar”, observa Ana Paula.
A amamentação é um dos alvos prediletos das visitas palpiteiras. O que pode ser muito bom para mãe e o bebê, se elas souberem dar apoio. Lígia Moreiras Senas, doutoranda em Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Catarina, diz que palavras de incentivo, amorosas e muita paciência são atitudes que contribuem muito, na hora da amamentação. “É bom ressaltar, também, que uma mãe precisa de exemplos. Não vai ajudar em nada o palpite de uma pessoa que não amamentou seus filhos e se vangloria de que eles sobreviveram”, exemplifica Ligia.

10 Regrinhas básicas para visitas na maternidade
1-Não vá à maternidade se estiver resfriado, com febre, doenças respiratórias ou contagiosas. Não visite o bebê, enquanto não estiver são.

2- Pergunte ao casal quando e onde eles preferem receber sua visita.

3- Seja breve. Não ultrapasse 15 minutos na maternidade e visite a família em casa somente após primeiro mês de vida por, no máximo, meia hora.

4- Antes de comprar flores, verifique com pai se a mãe gosta de recebê-las ou se há alguma contraindicação médica na maternidade.

5- Não leve crianças muito agitadas, que correm e gritam pelos corredores.

6- Não dê palpites sobre o jeito certo de criar o recém-nascido. Suas palavras de incentivo devem contribuir para mãe descobrir um jeito próprio de criar o filho.

7- Visitas íntimas, como mãe e sogra, devem dar suas sugestões ou esclarecer dúvidas diante da equipe médica.

8-Lave as mãos ou passe álcool com gel na hora em que entrar no quarto da. Resista à tentação de pegar o bebê no colo.

9- Retire-se do quarto, caso haja uma intervenção da equipe médica.

10 – Tire foto somente com a permissão dos pais.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Vakinha para Parto Domiciliar da Doula Nutri

Amigos, conhecidos e desconhecidos generosos!

Viemos aqui pedir a ajuda generosa de todos vocês. Estamos grávidos de 7 semanas e planejamos trazer nosso 3° filho no local que mais nos sentimos seguros e felizes, nossa casa. Já temos a equipe que irá atender com toda competência e segurança a chegada de nosso filho, mas tudo isso tem um custo. Depois de algumas cálculos, vamos conseguir juntar parte do dinheiro, mas ainda nos falta 2.000,00, e gostaríamos de receber a ajuda de vocês. Pedimos que divulguem em suas redes sociais, aos seu amigos e familiares. Queremos trazer nosso filho ao mundo com todo amor, carinho e respeito que ele merece. Desde já agradecemos a atenção de vocês!


Segue o link para contribuição: http://www.vakinha.com.br/VaquinhaP.aspx?e=38402

Pais Ana e Roberto, irmãos Bernardo e Sofia.





segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Amamentação em Tandem

Texto ótimo para as mães que estão amamentando durante a gestação!

"O fato de estar grávida não significa que terá de desmamar o seu bebê. Muitas mamães decidem continuar a amamentar durante a gravidez, outras decidem desmamar, a informação que se segue pode ajudar a mãe a decidir o que é melhor para si e para a sua família.
Familiares, amigos e profissionais de saúde poderão expressar dúvidas relativamente ao aleitamento materno durante a gravidez, uma das preocupações é que poderá estar a arriscar a saúde do bebê que se está gerando. É importante saber que numa gravidez normal, não há provas de que manter a amamentação irá privar o bebê dos nutrientes necessários. Relativamente às contrações que a amamentação pode provocar, a LLL responde da seguinte forma: “Apesar das contrações uterinas serem vivenciadas durante a amamentação, eles são uma parte normal da gravidez… As contrações uterinas também ocorrem durante a atividade sexual, e a maioria dos casais continuam durante a gravidez.” “Atualmente, não existem orientações médicas específicas que definem em que situações poderá ser arriscado continuar a amamentação durante a gravidez, e os profissionais de saúde variam amplamente as suas recomendações”.
Durante a gravidez é normal precisar de descanso extra, amamentar deitada poderá ser uma forma de obter esse descanso. Se tiver um local seguro para si e para o seu bebê, com almofadas ou colchões no chão, permitir-lhe-á descansar enquanto que o seu bebê brinca entre as mamadas, ou até poderão ambos dormir após uma refeição no momento da mamada.
Algumas mães ficam com os mamilos mais sensíveis durante a gravidez. Alterar a posição em que amamenta, e utilizar exercícios de respiração poderão ajudá-la a diminuir a sensibilidade mamária. Se o seu filho tiver idade suficiente, você pode pedir-lhe para mamar mais calmamente e por períodos mais curtos, isto pode ajudar com a sensibilidade nos mamilos e com a necessidade de descanso extra.
É possível que a produção de leite diminua por volta do 4º ou 5º mês de gestação, se o seu bebê tem menos de um ano de idade, é aconselhável ir verificando o peso para confirmar se está recebendo a quantidade de leite suficiente. Também é comum o sabor do leite alterar e estas alterações poderão fazer com que o bebê mame menos vezes, ou vá desmamando naturalmente.
Se você decidir que quer desmamar o seu bebê, é mais aconselhável fazê-lo gradualmente. A técnica de “não oferecer, não recusar” é a que tem resultado na maioria das mães, tente prever quando o seu bebê vai pedir para mamar e distraia-o com uma brincadeira ou com um biscoito saudável. Evite sentar-se nos locais que o bebê possa associar a mamar, e dê-lhe o máximo de atenção e mimos nesta altura. Lembre-se que o desmame pode não ser fácil, por vezes manter a amamentação na gravidez acaba por ser a opção mais conveniente.
Depois do bebê mais novo nascer, é comum que o mais velho mesmo após o desmame queira provar o leite ou queira voltar a mamar, alguns podem não se lembrar de como mamar, outros podem estranhar o sabor do leite, e outros podem ficar felizes por voltar a mamar. Se não quiser voltar a amamentar o mais velho, o melhor será oferecer outros alimentos.
Se você optar por continuar a amamentar durante a gravidez, depois poderá acontecer que amamente ambos os bebês ao mesmo tempo – a isto chama-se amamentação em tandem e muitas mães acabam por fazê-lo com gosto e assim podem satisfazer as necessidades de ambas as crianças.
Se tiver dúvidas ou precisar de ajuda extra procure uma conselheira ou consultora em aleitamento materno que poderão dar-lhe apoio e informação sobre amamentação durante a gravidez, ou amamentação em tandem".
Informação traduzida de La Leche League por APPM
Fonte: Pediatria Radical

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Estou grávida!!!!!



É com muuuita alegria, emoção, que escrevo este post! Estou grávida do meu 3º filho. A vontade de ser mãe de 3 crianças sempre veio do coração, tanto para mim quanto para meu marido! E não havia nada que nos impedisse. Alguns falam do financeiro, mas se for por isso, por esperar melhoras financeiras nunca teríamos filhos.Na verdade, falam demais da vida alheia! Preparo emocional temos de sobra! Enfim...Quando vi o 4º teste de farmácia (sim o 4º, que aflição, rsrsrs) com 2 riscos, chorei, chorei de tanta alegria!! 


esta clarinho, mas dá para ver!

Meu marido, emocionado me abraçou e beijou. Quando consegui parar de chorar, expliquei aos meus dois filhos, Bernardo e Sofia, que um irmão estava a caminho. Os dois, com sorriso de orelha a orelha, se agarraram em mim. Bê me olhava de uma maneira...com uma admiração...nunca ninguém me olhou assim! Me senti realmente a Rainha da Criação, Mãe poderosa, detentora do Dom da Vida! Foi lindo, este momento esta gravado na minha memória, e me emociono toda vez que me lembro do rostinho dele. Sofia já chama o bebê de Aurora. Bê está entre Joaquim e Oliver. Uns lindos!! rsrsrs.

Depois confirmei com o Beta HCG.




Vou contando aqui um pouco da minha gestação, levando junto informações valiosas para as mulheres que estão gestando também, ou que se preparam para carregar uma vida no ventre.Bem, não sei ao certo o tempo de gestação, porque andei desregulada alguns ciclos, mas pela DUM, estou com 6 semanas, bem no começo!

Me sinto plena, segura, tranquila. Às vezes fico enjoada, se me movimento rápido, e azia só se como demais, resultado, emagreci 1 kg já! Sinto algumas cólicas, normal no comecinho.  Sofia continua mamando muito bem obrigada! E vai mamar até quando quiser!

Já estamos planejando o nascimento do bebê, que vai ser o mais natural e respeitoso possível! Vamos ficar no conforto do nosso lar!

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